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    O impacto do tabagismo passivo no desenvolvimento da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC): uma revisão sistemática

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    View/Open
    IC17.pdf (525.3Kb)
    Date
    2025-12-11
    Author
    Firmino, Amanda Freitas Mendonça
    Lima, Giovanna Silveira de
    Camilo, Isadora Martins
    Bueno, João Pedro Prado
    Neto, Thiago Teodoro de Siqueira
    Metadata
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    Abstract
    A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma enfermidade respiratória progressiva caracterizada pela limitação persistente e irreversível do fluxo aéreo, associada a uma resposta inflamatória exacerbada a agentes nocivos inalados, especialmente à fumaça do tabaco. Embora o tabagismo ativo seja amplamente reconhecido como principal fator de risco, evidências recentes apontam que a exposição crônica ao tabagismo passivo também contribui significativamente para o desenvolvimento da doença. Este estudo trata-se de uma revisão sistemática da literatura, conduzida conforme as diretrizes do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA) e registrada na plataforma PROSPERO (ID: CRD420251000295). A questão norteadora foi elaborada com base na estratégia PECo: “Em pacientes diagnosticados com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), existe associação com a exposição ao tabagismo passivo, em qualquer fase da vida?”. Foram incluídos estudos publicados nos últimos cinco anos, nos idiomas português, inglês e espanhol, com acesso ao texto completo, abrangendo desenhos observacionais (coorte, caso-controle e transversal) e ensaios clínicos. As bases de dados utilizadas foram PubMed, SciELO, Scopus e Web of Science. A triagem dos artigos foi realizada por dois revisores de forma independente, e a qualidade metodológica foi avaliada pelas ferramentas Newcastle–Ottawa Scale, Downs & Black, ROBIS e RoB-2. Após a aplicação dos critérios de elegibilidade e avaliação de viés, 11 estudos foram incluídos na análise qualitativa final. Os resultados indicaram uma associação consistente entre a exposição prolongada ao tabagismo passivo e o aumento do risco de desenvolvimento da DPOC, bem como maior declínio da função pulmonar, elevação de marcadores inflamatórios e maior mortalidade em indivíduos expostos. Estudos mostraram ainda uma relação dose–resposta, na qual maior tempo e intensidade de exposição correlacionaram-se com piores parâmetros espirométricos (redução do VEF₁ e da relação VEF₁/CVF). Grupos específicos, como mulheres expostas em ambiente domiciliar e trabalhadores de locais fechados, apresentaram maior vulnerabilidade à doença. Conclui-se que o tabagismo passivo atua como um fator de risco independente para o desenvolvimento e progressão da DPOC, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à criação de ambientes 100% livres de fumaça e à ampliação das estratégias preventivas. Apesar da consistência dos achados, a literatura ainda carece de estudos com métodos padronizados de mensuração da exposição e delineamentos longitudinais robustos que permitam quantificar com precisão o impacto cumulativo do fumo passivo na fisiopatologia da DPOC.
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23514
    Collections
    • Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC's

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