| dc.description.abstract | Analisar a influência da localização e da infecção endodôntica no espessamento
do seio maxilar através do software e-Vol DX. A amostra do estudo foi composta
por 300 exames de tomografia computadorizada de feixe cônico de pacientes
indicados com finalidade de diagnóstico. Os critérios para a determinação da
relação incluíram: gênero (feminino, masculino);faixa etária (18-30 anos,31-50
anos, 51-80 anos); análise dos dentes póstero superiores do lado direito e
esquerdo com infecção endodôntica primária ou secundária; avaliação da
posição do ápice dos dentes com infecções endodônticas e o seio maxilar (ápice
dentário aquém do assoalho do seio maxilar (1 a 2mm), ápice dentário em
contato com o assoalho do seio maxilar, ápice dentário dentro do seio maxilar
(1mm ou mais); tipo de infecção endodôntica (primária ou secundária); análise
da localização da lesão (apical, lateral, látero-apical, furca). A análise estatística
utilizou frequências e porcentagens para descrever variáveis categóricas,
avaliadas pelo teste do qui-quadrado, Odds Ratio (OR) e intervalo de confiança
de 95% (IC). O nível de significância foi considerado para p < 0,05. Os dados
foram analisados no software Jamovi (1.6). Os resultados do estudo mostraram
um predomínio de mulheres (59%) e faixa etária de 51 a 80 anos (50,7%). A
infecção secundária foi mais frequente (87,6%), principalmente no primeiro molar
superior esquerdo (18,8%). A maioria dos dentes tinha o ápice aquém (58%) ou
em contato (29,3%) com o assoalho do seio maxilar. As lesões periapicais eram
majoritariamente apicais (80,5%), com (70,2%) associadas a infecções
secundárias. Conclui-se que as lesões periapicais, especialmente apicais, estão
mais associadas a infecções secundárias, reforçando a importância de uma
avaliação detalhada da anatomia dentária e das condições endodônticas para
um diagnóstico e tratamento eficazes. | pt_BR |