| dc.description.abstract | A presente Dissertação se dispõe a analisar a relação entre a Política Nacional de
Cultivares e a Política Nacional de Uso de Agrotóxicos no Brasil, investigando se o
incentivo à criação de cultivares no quinquênio 2018-2022 contribuiu para a
mitigação do uso de agrotóxicos. O estudo se torna importante no contexto de
preocupações crescentes sobre a sustentabilidade ambiental, a saúde das pessoas
e o uso dos pesticidas. Nesse sentido, a compreensão dos fatores que contribuíram
para qualquer redução no emprego de agrotóxicos pode fornecer informações
essenciais para incentivar manejos agrícolas conscientes e ecologicamente
responsáveis. Nessa corrente, o presente estudo contribui para o avanço do
conhecimento e para a promoção de políticas agrícolas mais sustentáveis e
saudáveis. Para lograr êxito foi empregado método dedutivo, potencializado com os
procedimentos bibliográfico e documental. A pesquisa, por mais que houvesse
expectativas sobre a possibilidade de redução, confirmou que no quinquênio 2018-
2022, a adoção da criação de cultivares não foi capaz de substancialmente
minimizar a dependência de pesticidas no Brasil. A redução se faz necessária e
importante no contexto ambiental e a mudança, caso venha a ocorrer no futuro, não
apenas trará benefícios para a biodiversidade, mas também promoverá uma
melhoria na qualidade de vida das pessoas, uma vez associada à diminuição do uso
desses pesticidas, que são prejudiciais. Assim, as cultivares por mais que sejam
emergentes ainda não trouxeram consigo efeitos substanciais para incentivar uma
agricultura mais segura e ecologicamente consciente. | pt_BR |