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    Avaliação da capacidade funcional, risco e medo de quedas, e depressão em pessoas idosas

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    08-Dissertação Maisa Bruna MORAIS PPGMHR final.pdf (2.449Mb)
    Date
    2025
    Author
    Nascimento, Maisa Bruna de Morais Teixeira do
    Metadata
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    Abstract
    Introdução: O histórico de queda em pessoas idosas é reconhecido como um fator de risco significativo e o preditor mais robusto de ocorrências negativas futuras, uma vez que está associado à diminuição da força dos membros inferiores, a alterações na marcha e a deficiências no equilíbrio postural e o risco de depressão por medo de cair. Esta dissertação adota o modelo escandinavo. Objetivo: investigar a capacidade funcional, o risco de quedas, o medo de cair e a presença de depressão em pessoas idosas cadastradas em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Gurupi-To. Métodos: Estudo I: Trata se de um estudo quantitativo, descritivo e transversal realizado com 71 pessoas idosas sendo a amostra composta por pessoas idosas do Centro de Convivência do ldoso (CCI) em Anápolis – GO, no qual foi avaliado a funcionalidade de desempenho funcional na atividades instrumentais de vida diária (questionário de Lawton & Brody) e os testes para risco de quedas (TUG) e sentar e levantar. Os estudos II e II: são de abordagem transversal, com uma amostragem probabilística, avaliadas 213 pessoas idosas cadastradas na UBS Vila São José, no qual realizaram os testes Timed Up Go (TUG), Teste de Sentar e Levantar de 1 minuto, Escala de Eficácia de quedas (FES-I), Miniexame do Estado Mental (MEEM) e Escala de Depressão Geriátrica mediante avaliação multidimensional. Resultados: Os resultados dessa dissertação estão organizados em três artigos científicos derivados do estudo principal. Artigo I: investiga a relação da capacidade funcional da pessoa idosa com o risco de quedas, os resultados mostraram que as mulheres apresentaram maior incidência de quedas em relação aos homens, concluindo que há maior prevalência de mulheres com incidência de quedas quando comparadas aos homens, todavia, que as chances de ocorrência de quedas se mostraram maiores entre os idosos que apresentaram maior dependência aqueles que tiverem desempenho fraco no teste de sentar levantar. Artigo II: buscou analisar o impacto do medo de cair e das quedas na capacidade funcional de pessoas idosas. Demonstrou-se que as situações que mais influenciaram no medo de cair foram andar sobre superfície escorregadia, superfície irregular e subir ou descer escadas e quanto maior o medo de cair, maior o tempo para realizar o teste TUGT, apresentando ainda uma correlação positiva moderada entre o medo de cair e a capacidade funcional avaliada pelo TUGT (p<0,001). Em relação às quedas, sugere que as quedas e a capacidade funcional, embora relacionadas, são fenômenos largamente independentes. observando uma correlação positiva fraca com a capacidade funcional (p<0,001). Dessa forma, o medo de cair apresentou maior influência sobre a capacidade funcional de pessoas idosas quando comparado ao histórico de quedas. Artigo III: Nesse estudo a maioria dos participantes eram do sexo feminino, compondo (67.6%) da amostra, a faixa etária dos participantes variou de 60 a 88 anos, de maior prevalência de 65 a 74 anos (50.7%). Os resultados mostraram uma correlação entre depressão e o medo de cair, no qual foi observado que (21%) das pessoas idosas apresentavam indicativos de depressão, e que (28,6%) deles tinham preocupação recorrente com quedas. O medo de cair está significativamente associada a depressão, configurando-se como um fator preocupante e psicossocial relevante que compromete a autonomia e a qualidade de vida. Conclusão geral: A pesquisa evidenciou baixo condicionamento das pessoas idosas em relação a força dos membros inferiores enquanto o risco de quedas e a preocupação com as quedas esporádicas foiclassificado como baixo observando ainda, ausência de depressão. Identificouse uma correlação positiva moderada entre o medo de cair e a escala de depressão, sugerindo que quanto maior o medo de cair, maior a tendência de apresentar sintomas depressivos. Além disso, apresentou uma correlação positiva entre o medo de cair e número de quedas no último ano com o desempenho no Teste TUGT, indicando que o aumento do medo de cair está associado a um maior tempo total na realização dessa atividade.
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/23209
    Collections
    • Dissertações

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