• Login
    View Item 
    •   DSpace Home
    • Universidade Evangélica de Goiás
    • PPGMHR
    • Dissertações
    • View Item
    •   DSpace Home
    • Universidade Evangélica de Goiás
    • PPGMHR
    • Dissertações
    • View Item
    JavaScript is disabled for your browser. Some features of this site may not work without it.

    Browse

    All of DSpaceCommunities & CollectionsBy Issue DateAuthorsTitlesSubjectsThis CollectionBy Issue DateAuthorsTitlesSubjects

    My Account

    LoginRegister

    Impacto regional da síndrome pós-COVID-19: análise das limitações físicofuncionais e biopsicossociais em Goiás, no Distrito Federal e Pernambuco

    Thumbnail
    View/Open
    06-Volume Final Ana Cleides.pdf (1.512Mb)
    Date
    2025
    Author
    Santos, Ana Cleides Pereira
    Metadata
    Show full item record
    Abstract
    A síndrome pós-COVID-19, ou COVID longa, é caracterizada por sintomas persistentes, como fadiga, dispneia, déficits cognitivos e limitações funcionais. Embora sua prevalência venha aumentando, há uma escassez de estudos que investiguem como esses impactos se manifestam de forma regionalizada no Brasil, especialmente considerando fatores clínicos, sociodemográficos e laborais. Esta lacuna dificulta a formulação de políticas públicas específicas para diferentes realidades do país. Este estudo observacional prospectivo multicêntrico teve como objetivo avaliar a prevalência e a gravidade das limitações físico-funcionais e biopsicossociais em indivíduos com COVID longa em centros de três estados brasileiros (Goiás, Distrito Federal e Pernambuco), analisando suas associações com variáveis demográficas, clínicas e socioeconômicas Participaram 142 indivíduos submetidos a avaliações clínicas, testes físico-funcionais (teste do degrau de 6 minutos e força de preensão palmar), escala de ansiedade e depressão (HADS) e questionário de impactos socioeconômicos (WPAI:GH). Foram identificadas diferenças regionais significativas. Indivíduos do Distrito Federal apresentaram maior prevalência de hospitalizações (85%) e casos graves/críticos (89%), além de menor saturação de oxigênio no esforço (SpO₂: 92%, p = 0,001). Participantes de Pernambuco demonstraram melhores respostas fisiológicas, com maior PAS e FC no esforço (p < 0,001). Em Goiás, observou-se maior presenteísmo (0,50 vs 0,20; p = 0,002) e perda de produtividade (14,8% vs 9,1%; p = 0,015). A região de residência foi um preditor significativo da variação de SpO₂ durante esforço físico (p = 0,046). Os resultados reforçam a necessidade de abordagens regionais e interdisciplinares na reabilitação de pacientes com COVID longa, considerando as desigualdades funcionais e socioeconômicas entre diferentes contextos brasileiros.
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/23207
    Collections
    • Dissertações

    DSpace software copyright © 2002-2016  DuraSpace
    Contact Us | Send Feedback
    Theme by 
    Atmire NV
     

     


    DSpace software copyright © 2002-2016  DuraSpace
    Contact Us | Send Feedback
    Theme by 
    Atmire NV