| dc.description.abstract | A artroplastia de joelho é um dos principais tratamentos cirúrgico para as artroses avançadas,
melhorando os aspectos da dor e funções motoras de indivíduos acometidos por esta patologia.
O acompanhamento da evolução clínica pós-cirúrgica inclui testes funcionais e de
autoavaliação, no entanto, muitas vezes a aplicação destes testes apresentam limitações, sejam
de caráter operacional ou de custos, não auxiliando nos critérios de seleção e acompanhamento
desta população. Objetivo: Avaliar os parâmetros espaço temporais da marcha, mobilidade
funcional, capacidade funcional e a qualidade de vida dos pacientes submetidos a artroplastia
primária de joelho entre dois tipos de prótese de joelho: póstero estabilizada de base de platô
tibial fixa e prótese congruente de platô tibial rotatório para tratamento de artrose avançada do
joelho. Materiais e método: Trata-se de um estudo transversal, com 54 pacientes submetidos
a artroplastia total de joelho no Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique
Santillo – CRER, avaliados por meio do questionário WOMAC e pelos testes Walk Test, Time
Up and Go Test (TUG) e 2 minute Walk test utilizando um sensor inercial. Resultado:
Verificamos que as próteses de platô rotatório e com acesso cirúrgico via músculo
subvastomedial facilitam os pacientes a realizar movimentos de giro em comparação aos
pacientes submetidos a artroplastia com prótese de platô fixo e via transquadricipital no teste
de TUG. Em relação a lateralidade da artroplastia de joelho realizada, houve interferência sobre
o tempo de apoio único e do comprimento de passada quando do lado direito e da propulsão
quando do lado esquerdo no Walk Test. No entanto, quanto maior o tempo de pós-operatório,
pior era a qualidade de vida dos pacientes independentemente do tipo de prótese utilizado,
avaliado pelo WOMAC. | pt_BR |