| dc.description.abstract | Introdução: Vários estudos mostraram que, apesar das evidências científicas sobre
os benefícios da atividade física, os adolescentes são menos propensos a praticar
atividades físicas. Fatos que podem favorecer a diminuição da qualidade de vida
potencializando o desenvolvimento de alguns transtornos mentais como a ansiedade
e depressão. Objetivo: O objetivo desse estudo foi avaliar a atividade física e
qualidade de vida e suas relações com a depressão, ansiedade e estresse em
adolescentes. Métodos: Recrutamos 185 adolescentes de 11 a 17 anos,
matriculados em uma escola pública urbana para avaliarmos a qualidade de vida
com instrumento (WHOQOL-bref), o nível de atividade física por meio do
questionário (IPAQ) e o nível de depressão, ansiedade e estresse utilizou se o
questionário DASS – 21. Resultado: Os domínios psicológico e ambiental foram os
mais baixos da Qualidade de Vida. Na prática de atividade física, 63% estavam
muito ativos, desses 75% eram do ensino médio, e não houve diferença entre os
sexos. O masculino do ensino médio apresentou maior índice de depressão e
ansiedade. Tanto na categoria sexo, quanto na escolaridade apresentou-se sinais
expressivos de depressão e ansiedade entre os adolescentes. Conclusão: De
forma geral, a amostra estudada apresentou uma QV “intermediária”, com índices
mais baixos nos domínios psicológicos e ambientais. Quanto a AF, um nível elevado
foi observado na amostra, apresentando alta frequência para a classificação “muito
ativo”, porém, esta informação pode estar reforçando estudos prévios que
questionam a fidelidade do uso deste instrumento, fazendo os autores sugerir para
futuros estudos instrumentos menos subjetivos. Nas condições que este estudo foi
aplicado, os fatores ligados a QV mostraram poucas influências sobre os sintomas
de depressão, ansiedade e estresse. | pt_BR |