| dc.description.abstract | A contabilidade é indispensável para o mercado financeiro, pois, através das
demonstrações financeiras, é possível projetar resultados quem são determinantes na tomada
de decisões estratégicas na empresa. Em uma instituição financeira, é fundamental realizar,
constantemente, análises de risco para mitigar a inadimplência, que representa uma das
maiores preocupações do setor. Este artigo tem como objetivo analisar as estratégias para
controle da inadimplência em cooperativas de crédito, com foco na melhoria do fluxo de
recebimentos.
As Cooperativas de crédito como organizações de caráter colaborativo, pois sua
gestão e seus resultados são em conjunto com seus associados, são ainda mais impactadas
pela inadimplência, o que interfere diretamente em sua liquidez e na capacidade de ofertar
crédito para seus associados.
O estudo expõe os principais fatores que influenciam na capacidade de análise de
crédito, gestão de risco, analise de garantias e avaliação do perfil do associado. Ademais, o
trabalho examina as políticas internas de cobrança e renegociação de dívidas com o intuito de
recuperar valores em atraso e reduzir seu impacto no fluxo de caixa.
Com base em dados públicos disponíveis por algumas cooperativas de crédito, o
trabalho analisa informações sobre inadimplência, fluxo de recebimentos, implementação de
controle e suas estratégias, além das ferramentas aplicadas para obter os resultados esperados.
A estruturação dos processos com qualidade, demonstram que a concessão de crédito por ser
feita de forma mais segura, promovendo maior estabilidade financeira para as cooperativas. | pt_BR |
| dc.title | O intuito do trabalho é fazer um panorama geral a respeito das interferências e principais impactos advindos do regime tributário denominado lucro real e utilizada tradicionalmente nas empresas do Brasil. Destaca-se que em tal regime de tributação os cálculos do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) são realizados em cima do lucro real das empresas, sendo assim elas realizam um pagamento maior quando faturarem lucros maiores, ou seja, a majoração da incidência do lucro real está vinculada de maneira diretamente proporcional com os lucros auferidos por tais empreendimento. Do mesmo modo, quando tais empresas não tiveram resultados positivos - elas pagam menos e, no caso de prejuízo, não paga. Ademais, o regime de apuração lucro real terá vantagens advindas do cálculo trimestral e anual, mas exclusivamente no trimestral poderá contar com a hipótese da compensação integral de prejuízos entre os trimestres do ano. Além do mais ocorre também em favor da empresa optante a uniformização da base de cálculo do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) o que pode diminuir as confusões no sentido de diminuir burocracias no que diz respeito à da apuração dos impostos. O principal objetivo do lucro real em uma empresa, mesmo tendo as suas regras específicas, ocorre por prever a flexibilização do cálculo do imposto de renda e contribuição social por base do lucro da empresa. | pt_BR |