CONHECENDO A HOSPITALIZAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PEDIÁTRICA SOB O OLHAR DA EQUIPE DE SAÚDE E DA FAMÍLIA
Abstract
INTRODUÇÃO: O termo Hospitalização traz em sua essência a percepção de uma situação
desagradável acarretando percas, independente se é ou não um curto espaço de tempo ou em
que faixa etária o paciente se encontra (MORAIS; COSTA, 2009). Para a família conviver
com a situação de uma doença principalmente de uma criança, é para os pais um sentimento
que não deve ser menosprezado pelo cuidado da equipe de enfermagem, pois se tal situação
quando não acompanhada e alicerçada por Profissionais, desencadeia também uma crise
familiar, onde diante da dor os pais vivenciam diversos sentimentos, sendo a culpa e
impotência na ânsia de proteger o filho o que mais e levado em conta (HAYKAWA;
MARCON; HIGARASHI, 2009). OBJETIVO: Conhecer frente à literatura científica como e
descrita à internação em UTI pediátrica. METODOLOGIA: Estudo foi uma pesquisa
descritiva de análise qualitativa em formato de revisão integrativa da literatura (MENDES;
SILVERA; GALVÃO, 2008). Realizada a busca de artigos nas bases de dados virtuais em
saúde na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) sendo elas, Literatura Latino-Americana e do
Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) Sistema Online de Busca e Análise de Literatura
Médica (MedLine) e na Biblioteca Científica Eletrônica (SCIELO), a amostra e composta por
9 artigos entre os anos de 2007 a 2017, com os descritores: Enfermagem, UTI Pediátrica,
Hospitalização. RESULTADOS: Foram considerados em três categorias: Sentimentos
expressados pelos familiares e Equipe de Enfermagem; Ambiente especializado; visão sob
aspecto de cuidado Humanizado. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Ao Escolher atuar em UTI
Pediátrica é importante que o profissional da Enfermagem tenha consciência do
desdobramento de suas funções, que interligam não só ao desgaste técnico da profissão, mas
também ao desgaste emocional. As funções da equipe de saúde que atendem na UTI
pediátrica estão constantemente relacionadas com a luta pela sobrevivência, que em muitos
casos os pacientes vem a óbito, trazendo sentimentos de vulnerabilidade de não só da família,
mas também daqueles que mesmo de forma profissional, envolveram–se nos casos atendidos,
torcendo para superação do paciente e o conforto da família.