| dc.description.abstract | O uso de medicamentos e suplementos estimulantes por acadêmicos das áreas da saúde, humanas e exatas, principalmente a automedicação, se tornou uma prática comum para aliviar sintomas de estresse físico e mental, isso sugere que o uso indevido de medicamentos por acadêmicos é um processo comum e requer atenção de profissionais e educadores. Entretanto, essa prática pode trazer consequências negativas, como vício, overdose e efeitos adversos aos medicamentos. Dessa forma, o objetivo central do trabalho foi verificar a utilização de medicamentos e suplementos estimulantes entre os estudantes de uma Universidade Particular de Anápolis – Goiás. Para isso, foi feito um estudo observacional, transversal e analítico por meio da aplicação de questionário aos alunos, de todos os períodos, dos cursos de Medicina, Odontologia, Direito, Psicologia, Engenharia de Software e Agronomia, sendo que a coleta de dados foi realizada através dos formulários online. Foi observado que entre as áreas a que mais se apresentou presente foi a da saúde, tanto nos não prescritos quanto nos prescritos, seguido pelas áreas de humanas e exatas. Já na análise das classes medicamentosas mais mencionadas, os analgésicos/anti-inflamatórios destacaram-se como os mais prevalentes. Além disso, a maioria dos entrevistados não utilizam suplementos estimulantes, sendo que a cafeína foi o mais prevalente. | pt_BR |