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dc.contributor.advisorBraga, Lessandra Silva Bazi
dc.contributor.authorBorges, Gustavo Henrique de Oliveira Carmo
dc.contributor.authorShimasaki, Karine Harumi de Castro
dc.contributor.authorCunha, Luisa Veras Cordeiro da
dc.contributor.authorCamapum, Mateus Nascimento
dc.contributor.authorGuedes, Rafaella Yokota
dc.contributor.authorAndraus, Yunen Mikhael
dc.date.accessioned2025-01-02T13:00:42Z
dc.date.available2025-01-02T13:00:42Z
dc.date.issued2024-12-03
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/22672
dc.description.abstractAs doenças neoplásicas originam-se do acúmulo de mutações e crescimento celular desordenado, que se manifesta gerando tumores, de forma maligna e progressiva. Dentre as neoplasias, destacam-se as hematológicas - representadas principalmente por linfomas, leucemias e mieloma múltiplo (MM) - , que em geral tem diagnóstico complexo, prognóstico ruim com gravidade imediata e alta morbimortalidade. Nesse contexto, o objetivo do presente estudo é avaliar o perfil epidemiológico dos cânceres hematológicos de pacientes internados em hospital terciário onco-hematológico em Goiânia - GO no ano de 2022. Trata-se de um estudo do tipo transversal analítico retrospectivo de caráter quantitativo realizado a partir da coleta de dados de prontuários eletrônicos para posterior análise, estratificação e correlação. Os dados coletados foram: tipo de neoplasia; faixa etária; sexo; tratamentos; e desfecho. Foram analisados 121 pacientes e a neoplasia mais frequente foi o linfoma não hodgkin (LNH) (35,5%), seguido por MM (21,5%) e linfoma de hodgkin (LH) (19%). O sexo masculino (p = 0,198) foi o mais prevalente na maioria dos subtipos. As faixas etárias (p = 0,000) em que o diagnóstico oncológico foi mais comum, foram adultos entre 40-59 anos (38,8%) e ≥ 60 anos (34,7%), com exceção de LH que teve pico unimodal na faixa de 20-39 anos. O tratamento mais frequente foi a quimioterapia (p = 0,034), seguido por radioterapia (p = 0,047), e procedimentos cirúrgicos (p = 0,353). Além disso, o transplante de medula óssea (p = 0,533), ainda fez-se necessário em alguns casos. A frequência de óbitos foi mais significativa para mielodisplasias (100%), síndromes mieloproliferativas (100%), leucemia aguda linfocítica (71,4%), MM (42,3%), leucemia mieloide aguda (38,5%) e LNH (37,2%). Por fim, conclui-se que os cânceres hematológicos mais prevalentes foram LNH, MM e LH e os cânceres SMD, SMP e LLA, apesar de serem menos prevalentes, representaram taxas de óbitos mais altas que os linfomas e o MM.pt_BR
dc.subjectLeucemia.pt_BR
dc.subjectNeoplasias.pt_BR
dc.subjectLinfoma.pt_BR
dc.subjectMieloma múltiplo.pt_BR
dc.titlePerfil epidemiológico de pacientes internados por tumores hematológicos em hospital terciário em Goiânia (GO) no ano de 2022pt_BR


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