A influência do exercício físico na síndrome da fragilidade no organismo idoso
Date
2024-06-13Author
Oliveira, Aline Borges de
Noleto, Ana Gabriela Hannum
Alvarenga, Arthur de Oliveira Bitencourt
Bisinoto, Brunno Sena
Campos, Letícia de Matos
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Segundo estabelecido pelo Estatuto do Idoso, considera-se idosa a pessoa com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos. Sendo assim, pode-se levar em consideração que, a partir do envelhecimento populacional e de mudanças sociais relacionadas a diminuição da prática regular de atividades físicas, tem se observado o aumento da prevalência de doenças crônicas, tais como doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2 e obesidade. O processo de envelhecimento pode acarretar uma série de mudanças, tal qual a Síndrome da Fragilidade, que acaba tornando os idosos mais vulneráveis e suscetíveis a diversos agravos da saúde, como doenças, quedas e acidentes domésticos. Essa condição pode acarretar uma maior demanda desta faixa etária por atendimentos especializados, sendo de extrema importância uma intervenção precoce, para diminuir tal necessidade. Assim, tem-se como objetivo do estudo avaliar a influência da prática regular de exercícios físicos na síndrome da fragilidade relacionada ao organismo idoso nos participantes do projeto UniAPI de uma universidade particular em Anápolis-GO. O projeto foi realizado em um grupo de 60 idosos, de ambos os sexos, participantes do programa UniAPI, da Universidade Evangélica De Goiás, em Anápolis-GO. Os participantes responderam inicialmente a um questionário e foram realizadas avaliações de preensão palmar, peso, exaustão, marcha e nível de atividade física diária, que puderam enquadrar, ou não, esse grupo no fenótipo de fragilidade. Foram medidos, também, os dados antropométricos desses participantes. A população do estudo foi composta por 44 mulheres (73,3%) e 16 homens (26,7%). A idade dos participantes variou de 60 a 79 anos, com média de idade de 67,9 anos. Um total de 66,6% dos participantes (n=40) foram classificados como pré-frágeis, 8 frágeis (13,3%) e 12 não frágeis (20%). Em conclusão notou-se que existe uma relação na melhora do perfil da síndrome da fragilidade em idosos que possuem uma prática regular exercícios físicos.