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dc.contributor.advisorSilva, Constanza Thaise Xavier
dc.contributor.advisorSilvestre, Marcela de Andrade
dc.contributor.authorAlves, Gabriella Moraes
dc.contributor.authorTomé, Giovanna Maria de Oliveira
dc.contributor.authorArantes, Gustavo Borges de Oliveira
dc.contributor.authorNeves, Isabella Beatriz Xavier
dc.contributor.authorMelo, Jean de Bessa
dc.contributor.authorBorges, Leonardo Silva
dc.date.accessioned2024-08-06T11:50:12Z
dc.date.available2024-08-06T11:50:12Z
dc.date.issued2024-06-13
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/22122
dc.description.abstractOs imunobiológicos conseguem proteger as pessoas através de uma resposta imune estimulada ou através da imunidade de rebanho. Há existência de estudos que demonstraram queda nas taxas de imunização, e para que se haja êxito na prevenção de doenças imunopreveníveis, são necessárias altas taxas de cobertura e administração na idade correta. A fim de obter sucesso, surge o Programa Nacional de Imunização, que através do Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza os imunizantes, além disso, desenvolve programas e campanhas com o intuito de atingir as metas necessárias para desenvolver proteção contra as enfermidades. O presente estudo teve como objetivo relacionar o perfil de cobertura vacinal de ação antibacteriana no estado de Goiás entre os anos de 2017 a 2022. Tratou-se de um estudo ecológico sobre a cobertura vacinal dos imunobiológicos antibacterianos da caderneta de vacinação da criança. Os dados foram extraídos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), utilizando o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações. Obteve-se como resultado, a observação da redução de 20% (p < 0,001) na distribuição dos números de doses aplicadas de BCG e aumento percentual de 44,8% (p < 0,001) para DTP, além disso não houveram diferenças significativas na distribuição da cobertura vacinal de Meningocócica C (conjugada) e Pneumocócica 10v (conjugada), visto que os percentuais foram de 9,6% (p= 0,803) e 8,5% (p= 0,814), respectivamente, para as macrorregiões de saúde do estado de Goiás entre os triênios analisados. Concluiu-se que, com a diminuição da abrangência vacinal no estado, disseminar o calendário vacinal e implementar novas políticas públicas de implementação e seguimento do PNI são algumas medidas cruciais para que as estratégias de vacinação se tornem mais equitativas entre estados e próximas das metas de imunização. Palavras-chave:pt_BR
dc.subjectEsquemas de imunização.pt_BR
dc.subjectCobertura Vacinal.pt_BR
dc.subjectAssistência Integral à Saúde.pt_BR
dc.subjectCriança.pt_BR
dc.titlePerfil de cobertura vacinal de ação antibacteriana em Goiás entre os anos 2017 e 2022pt_BR


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