| dc.description.abstract | Segundo dados do Instituto Aço, o Brasil possui uma capacidade instalada de fabricação de 34,1 milhões de toneladas por ano de aço bruto, emprega mais de 126.000 colaboradores, é o 5º maior exportador líquido de aço e exporta para mais de 100 países produzindo um saldo comercial de U$ 6,0 bilhões de dólares, estes dados mostram o potencial deste mercado frente a outros setores. A produção e manufatura do aço em geral é onerosa e reflete muito no valor do produto final. Como o setor passa por retração, afetando diretamente nos custos, trabalhar suas propriedades mecânicas através de processos de tratamento térmico, se torna de suma importância. O objetivo desde trabalho é realizar testes comparativos de dureza entre amostras de aços SAE 1020, 1045 e ASTM A36 após passarem pelos tratamentos térmicos. Neste artigo exploraremos os efeitos de três tratamentos térmicos comuns que influenciam na dureza do aço: recozimento, têmpera e normalização. Foram realizados os tratamentos térmicos citados e ensaios de dureza Rockwell superficial em todas as amostras, além da análise microscópica, verificando-se a microestrutura obtida pela realização desses tratamentos e comparando-se com uma amostra padrão previamente estabelecida; Comprovou-se, através da análise dos dados obtidos, que ocorreu o aumento médio de 206% na dureza das amostras que foram submetidas ao tratamento térmico de têmpera e uma redução média de 28% na dureza das amostras submetidas aos tratamentos de recozimento e normalização. Foi realizado análise microscópica para visualização da mudança estrutural sofrida na estrutura cristalina. As amostras foram previamente preparadas para realização dos ensaios de dureza. | pt_BR |