Governança e Meio Ambiente: Energia fotovoltaica e a contribuição para a Agenda 2030 por meio dos objetivos de desenvolvimento sustentável na UniEVANGÉLICA
Abstract
Esta pesquisa tem o objetivo geral de analisar os processos históricos, econômicos,
administrativos e ambientais que envolvem a gestão organizacional e ambiental da
Usina Fotovoltaica da Universidade Evangélica de Goiás – UniEVANGÉLICA –
Anápolis, Goiás. Os objetivos específicos incluem investigar as políticas
desenvolvimentistas no Brasil e sua articulação com o avanço da produção
energética, analisar a imprensa brasileira e os periódicos de maior circulação na
temática das energias renováveis e a energia fotovoltaica, estudar os processos de
instalação e de gestão da Usina Fotovoltaica na UniEVANGÉLICA e sua associação
às políticas de governança e sustentabilidade, e desenvolver uma proposta de
planejamento institucional envolvendo a participação coletiva da universidade,
buscando identificar os caminhos mais adequados para que a UniEVANGÉLICA
amplie e explicite sua aderência aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável) da Agenda 2030. A pesquisa se fundamenta nos estudos
interdisciplinares e no diálogo entre diferentes áreas do conhecimento, e nos
procedimentos teórico-metodológicos nas pressuposições das ciências ambientais.
Os capítulos são compostos por artigos publicados em periódicos indexados, estudos
de casos e análises descritivas da estrutura organizacional da Usina Fotovoltaica da
UniEVANGÉLICA e de eficiência energética. O quarto capítulo aborda a adequação
da Responsabilidade Social da IES à Agenda 2030 e propõe medidas de ampliação
de atuação para sua internalização. Sua metodologia é diversificada compondo-se de
avaliação documental em várias bases, análises com Inteligência artificial utilizando
Infranodus e OpenIA – GPT3 e ferramentas de avaliação energética, entre outros. O
resultado desse trabalho é a proposta de projeto institucional focado no alinhamento
da Responsabilidade Institucional aos ODS da Agenda 2030. Na pesquisa conclui-se
que é necessário discutir esse conhecimento de forma coletiva para construir uma
política de governança da sustentabilidade com base na realidade da instituição, suas
fragilidades e pontos fortes.