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dc.contributor.advisorLabre, Luciana Vieira Queiroz
dc.contributor.authorBomfim, Bianca Oliveira
dc.contributor.authorFontes, Giovana Suassuna
dc.contributor.authorCastro, Isabella de Oliveira e
dc.contributor.authorLeão, Isadora Silva
dc.contributor.authorCastro, Luísa Campos
dc.contributor.authorChaul, Sofia Fonseca Mattos
dc.date.accessioned2023-12-19T13:18:03Z
dc.date.available2023-12-19T13:18:03Z
dc.date.issued2023-11-28
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/21312
dc.description.abstractO câncer de mama é uma doença originada pela multiplicação desordenada das células da mama, consolidando-se como uma doença de grande incidência e mortalidade entre as mulheres brasileiras. Por consequência, é importante avaliar a repercussão do período pandêmico frente a essa enfermidade, à vista de explorar as possíveis repercussões no quantitativo de mamografias causadas pela Doença do Coronavírus 2019 (COVID-19). Isso posto, esse estudo objetiva analisar a influência do isolamento social da pandemia de COVID-19 nos exames de mamografia no Brasil durante o período pré-pandêmico e no triênio inicial da pandemia. Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo e analítico de abordagem quantitativa, com análise de dados secundários obtidos por meio da base de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, referentes aos anos de 2018 a 2022. A amostra foi dada por conveniência, definida como todos os indivíduos submetidos ao exame de mamografia durante o período delimitado. Durante a análise comparativa do primeiro biênio (2018-2019) com o intervalo de 2020-2021 foi observado certa redução no número de mamografias, associada ao aumento de BI-RADS 4 e 5 em algumas regiões e a redução na quantidade de exames por faixa etária, principalmente entre 35 e 39 anos. Em contraste, durante 2020-2021 e 2022 observou-se acréscimo no número de mamografias tanto na classificação BI-RADS quanto na faixa etária, com exceção do intervalo de 50 e 69 anos, onde foi verificado redução no número de exames. Conclui-se, portanto, que houve um impacto substancial, manifestado pela queda significativa na realização de mamografias em 2020 e 2021 em comparação com os anos que precederam a pandemia (2018-2019). No entanto, é importante notar que, com a quase total flexibilização das medidas de isolamento em 2022, foi observada uma recuperação notável na quantidade de exames, indicando a superação da tendência vista no período pré-pandemia.pt_BR
dc.subjectProgramas de rastreamento;pt_BR
dc.subjectInfecções por Coronavirus.pt_BR
dc.subjectNeoplasias da mama.pt_BR
dc.titleA influência do isolamento social frente à pandemia de COVID-19 nos exames de mamografia no Brasilpt_BR


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