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dc.contributor.advisorLabre, Luciana Vieira Queiroz
dc.contributor.authorHanna, Guilherme Miguel
dc.contributor.authorLamounier, Cibele Naves
dc.contributor.authorDaia, Isabela Custodio Gomes
dc.contributor.authorFelipe, Juliana Siqueira
dc.contributor.authorOliveira, Laura Martins de
dc.date.accessioned2023-06-26T18:55:32Z
dc.date.available2023-06-26T18:55:32Z
dc.date.issued2023-06-13
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/20540
dc.description.abstractA carga horária e a cobrança por um bom rendimento nas aulas, provas e atividades, por parte dos estudantes, faz com que eles busquem maneiras de permanecer acordados por mais tempo para alcançar seus objetivos, sendo um destes meios as bebidas energéticas. Assim, objetivou- se compreender o impacto do uso de energético no dia a dia e na qualidade de vida de alunos do curso de medicina. Trata-se de um estudo observacional, com delineado transversal quantitativo, realizado na Universidade Evangélica de Goiás com os acadêmicos do curso de medicina por meio de dois questionários que foram respondidos de forma presencial no ambiente da faculdade. O primeiro, elaborado pelos pesquisadores, questionou sobre o consumo de energético, quantidade, finalidade e frequência de consumo, se trabalha ou não, a carga horária de estudo diária e sobre fatores de risco e efeitos colaterais. O segundo é o questionário Short Form Health Survey (SF-36) que avalia a qualidade de vida dos participantes pelos critérios de capacidade funcional, aspectos físicos, dor, estado geral da saúde, vitalidade, aspectos sociais, aspectos emocionais e saúde mental. Foi constatado, entre 577 participantes, que a maioria (76,6%) deles consome energéticos e que o consumo é maior no ciclo clínico (52,9%) (p = 0,042). O estudo é a principal motivação de uso (80,8%) e, entre os que consomem, a maioria estuda entre 4 e 8 horas por dia (50,2%). Foi encontrado também que os principais fatores de risco presentes são os neurológicos (55,7%) e os efeitos colaterais mais prevalentes associados ao uso são taquicardia (39,1%) e palpitações (28,5%), e esses acontecem mais naqueles que fazem uso de 2 a 5 vezes por semana, porém sem significância estatística. Além disso, a associação tanto com álcool quanto com outras substâncias estimulantes é comum, 42,8% e 17,4%, respectivamente, sendo a última associação responsável por ocorrência de efeitos colaterais como taquicardia, palpitações, distúrbios gastrointestinais, insônia e mau humor de forma significante (p ≤ 0,05). Notou-se, também a redução na qualidade de vida dos alunos por meio dos critérios de dor (p = 0,02) e vitalidade (p = 0,037). Concluiu-se que há alta prevalência de uso de energéticos entre os alunos participantes e que o uso, realizado principalmente para estudar, implica em efeitos colaterais e que causa alterações na qualidade de vida desses alunos.pt_BR
dc.subjectBebidas Energéticas.pt_BR
dc.subjectEstudantes.pt_BR
dc.subjectCafeína.pt_BR
dc.titleO impacto do uso de energéticos em alunos do curso de medicina da Universidade Evangélica de Goiáspt_BR


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