| dc.description.abstract | Este trabalho tem como objetivo explicar a partir da criminologia crítica embasada na Teoria
do etiquetamento social correlacionando com a exposição midiática e o racismo estrutural como
controle da criminalidade, elemento estruturante do poder punitivo analisando a disparidade
existente diante da criminalização de pessoas negras no Brasil se comparado a de pessoas
brancas, não obstante, discorrer sobre as consequências desses estigmas e marginalização
criada. A reflexão se justifica diante do interesse de esmiuçar a intensa exposição midiática do
sistema penal, abordando o impacto da Teoria do etiquetamento social, atribuído a
estigmatização da população negra, e também a repercussão que a mídia tem em contribuir de
forma seletiva e desigual. Diante disso, é visto uma seletividade do sistema penal onde podemos
observar de forma concentrada a estigmatização, violência e o poder social sobre a população
negra e com isso notamos as falhas estruturais operacionais do sistema penal. Neste sentido, o
tema foi explanado a partir da base histórica do Racismo e tão mesma atual, juntamente com o
breve estudo da Criminologia e após a relação da mídia com esses gerando a criminalização de
pessoas negras, busca-se a construção de um novo caminho lógico das relações sociais. Para
alcançar a conclusão da problemática desse trabalho utilizou-se de pesquisa bibliográfica,
qualitativa, como método de abordagem o dedutivo. Concluiu-se que as instituições de poder
vêm contribuindo para a manutenção da segregação social e a disseminação do Racismo
Estrutural, mantendo o poder de um grupo sobre o outro, visto isso, temos que a mídia contribui
de forma seletiva para propagação inviabilizada ao falso igualitarismo representada pelo poder
punitivo, encobrindo a seletividade penal. | pt_BR |