| dc.description.abstract | O objetivo desta monografia é analisar as formas em que a transfobia e a violência obstétrica
vem acontecendo frequentemente, as violações de direitos humanos e as dificuldades
enfrentadas por pessoas transexuais ao acesso da saúde caracterizando violência obstétrica. A
violência obstétrica pode ser física, psicológica ou verbal e também inclui negligência,
discriminação ou comportamento. O medo da dor não deve fazer as mulheres preferirem a
cirurgia. Ressaltando que a violência obstétrica também pode vir do campo cirúrgico, que,
embora menos doloroso, acarreta inúmeros riscos e que caracterizada apenas pela indicação
desnecessária sem o direito de informar à gestante sobre esse tipo de parto. O termo refere-se
não apenas ao trabalho dos profissionais de saúde, mas também à falha estrutural de clínicas e
hospitais públicos ou privados. Os direitos humanos atribuem grande importância à garantia de
que todos, sem exceção, tenham uma vida digna, respeitando seus direitos básicos. No entanto,
observa-se que grupos como os transgêneros sofrem discriminação e violência simplesmente
porque não cumprirem certos padrões sociais. Trata-se de um pesquisa descritiva de abordagem
quantitativa, ao realizar coleta de dados, abordar assuntos, noticiários, informações em sites,
livros e estudo de caso. A Transfobia fere a dignidade da pessoa humana e a viola os direitos
humanos em que se caracteriza em discriminação por sua identidade de gênero, preconceitos,
rejeição pela sociedade. Além de sofrerem a transfobia, sofrem também a violência obstétrica,
que se pode identificar muito antes no momento do parto e nossa sociedade ignora o fato das
pessoas transexuais poderem engravidar, colaborando com a desumanização. A universalização
indiscriminada dos direitos humanos apresenta cada indivíduo como sujeito de direitos e
proteções, e as pessoas trans são apresentadas como sujeitos dessas garantias, devendo o Estado
promover as condições para a efetiva proteção desse grupo. | pt_BR |