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dc.contributor.advisorPimenta, Marcelo
dc.contributor.authorOliveira, Jéssica de Castro
dc.contributor.authorReis, Deise Elen Oliveira dos Santos
dc.contributor.authorLuz, Davi Mamede da
dc.contributor.authorAzevedo Júnior, Elano Jaime
dc.contributor.authorTeixeira, Maria Luiza Silva
dc.contributor.authorNicolau, Paôlla Nayme Martins Morais
dc.date.accessioned2022-12-12T18:19:10Z
dc.date.available2022-12-12T18:19:10Z
dc.date.issued2022-11-21
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/19912
dc.description.abstractA artrite reumatoide é uma doença crônica, inflamatória e imunomediada que atinge cerca de 1% da população brasileira. Objetivou-se descrever a análise sociodemográfica e clínica dos pacientes com artrite reumatoide atendidos no ambulatório de Reumatologia do Hospital Geral de Goiânia entre os anos 2016 e 2021. Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo e de abordagem quantitativa. A amostra foi constituída por 209 pacientes, cujos dados foram coletados por meio de pesquisa em prontuário eletrônico com base em ficha de coleta elaborada pelos pesquisadores. Observou-se que a maioria dos pacientes era do sexo feminino (85,2%), com idade de 60 anos ou mais (54,5%) e solteiro (66%). Acerca dos dados clínicos, 89,5% dos pacientes possuíam comorbidades, sendo a hipertensão arterial sistêmica a mais prevalente, 89% usavam medicamentos contínuos para o tratamento das comorbidades e o mais usado foi a vitamina D. Além disso, 80,4% usavam medicamentos modificadores do curso da doença sintéticos e o mais usado foi o metotrexato (50,7%). Entre os que usavam medicamentos biológicos ou sintéticos alvo específico, o mais utilizado foi o adalimumabe (6,7%). 60,8% dos pacientes faziam uso de corticoide. O esquema terapêutico mais usado foi o de metotrexato associado a corticoide (23,9%). Conclui-se, portanto, que a maioria dos dados encontrados concordam com a literatura, exceto aqueles que apresentaram limtações como estado civil, presença de autoanticorpos, síndrome de Sjögren, comprometimento pulmonar e vasculites. A maior parte dos esquemas terapêuticos utilizados concorda com o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (2021) do Ministério da Saúde para artrite reumatoide.pt_BR
dc.subjectArtrite reumatoide.pt_BR
dc.subjectDoenças autoimunes.pt_BR
dc.subjectTratamento farmacológico.pt_BR
dc.subjectEpidemiologia.pt_BR
dc.titleAnálise sociodemográfica e clínica dos pacientes com artrite reumatoide atendidos no hospital geral de Goiânia-GO de 2016 a 2021pt_BR


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