| dc.description.abstract | A soja pertence à família Fabaceae, que corresponde a uma das maiores famílias de
Angiospermas. O cultivo dessa oleaginosa em escala comercial começou no continente asiático
há mais de mil anos. No Brasil foi introduzida em 1882, mas apenas em 1935 foi cultivada
comercialmente no Rio Grande do Sul. Atualmente o Brasil é o segundo maior produtor e o
principal exportador mundial de soja. O objetivo deste trabalho foi estimar a variação fenotípica em
genótipos de soja, com base no desempenho de caracteres agronômicos e dos componentes de
produção.O experimento foi realizado em uma fazenda de propriedade do Grupo Vera Cruz
Agropecuária no município de Goianésia-GO, onde foi realizado plantio mecanizado do
experimento no dia 19/12/2017. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos
casualizados, com 36 cultivares de soja e quatro repetições. As variáveis avaliadas foram: altura
das plantas na maturação, altura da inserção da primeira vagem, arquitetura de plantas, número
de vagens, número de grãos, número de nós, densidade aparente de grãos e produtividade.Foi
realizada análise de dissimilaridade genética entre as cultivares, com o uso da distância
generalizada de Mahalanobis. As cultivares que apresentaram as características desejáveis para
número de nós foram: BMX Única, NS 7505, BMX Foco, BRB 1220587 e RK 16I027. Destacaramse os genótipos de ciclo precoce TMG 7067 IPRO/INOX, TMG 7063 IPRO/INOX e SYN 15640
IPRO; e os de ciclo médio: BMX Bônus IPRO, BRSGO 7755 RR e Bayer (Lin. 7945). Constatou-se
divergência entre os genótipos utilizados. | pt_BR |