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dc.contributor.advisorRibeiro., Fabiane Alves de Carvalho
dc.contributor.authorCardoso, Ana Vitória de Pina
dc.contributor.authorPrado, Isadora Lima do
dc.contributor.authorSilva, Jordana Oliveira
dc.contributor.authorAntônio, Maria Eduarda Diniz
dc.contributor.authorBrandão, Marinna Luiza
dc.contributor.authorBrandão, Milenna Larissa
dc.date.accessioned2022-07-07T15:21:44Z
dc.date.available2022-07-07T15:21:44Z
dc.date.issued2022-06-20
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/19109
dc.description.abstractA deficiência intelectual (DI) é uma condição clínica que afeta diretamente a função intelectual e comportamental dos indivíduos. Portanto, necessitam de cuidados especiais em tempo integral, sendo este realizado por seus cuidadores. Em consequência, a qualidade de vida dos cuidadores pode diminuir consideravelmente, culminando em estresse, ansiedade e depressão. Aliado a essas questões, o cenário da pandemia de COVID-19 tornou esses cuidadores responsáveis pelas crianças e adolescentes com deficiência, e ainda responsáveis por lidar e administrar todas as funções relacionadas às tarefas domésticas, home office e demais atividades incluídas em suas rotinas. Logo, é importante também direcionar atenção aos seus cuidadores. Diante disso, o presente trabalho tem como objetivo avaliar o nível de estresse relacionado a qualidade de vida de cuidadores de crianças e adolescentes com deficiência intelectual vinculadas à APAE-Anápolis, durante a pandemia de COVID-19. A obtenção dos dados foi realizada a partir da aplicação virtual de questionários validados a uma amostra de cuidadores de crianças e adolescentes com deficiência intelectual atendidos no setor de Reabilitação Intelectual da APAE-Anápolis. Dessa forma, foram analisadas 80 respostas em que se observou um predomínio de cuidadores do sexo feminino (78,8%), das quais 72,5% afirmaram ser mães. Com relação à escolaridade, a maioria (43,8%) declarou possuir ensino médio completo, e 60% dos entrevistados relataram ser casados. Com relação aos impactos da pandemia de COVID-19 na vida dos cuidadores de crianças e adolescentes com deficiência intelectual, a maior parte dos entrevistados (68,8%) afirmou que a qualidade de vida piorou durante a pandemia, por outro lado 72,5% dos participantes revelaram que a interação familiar teve melhora no mesmo período. Ao se avaliar o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL), observou-se que nas três fases de estadiamento os participantes classificados com stress são, em sua maioria, do sexo feminino, mães, com idade entre 31 e 40 anos e tem ocupação do lar/dona de casa. No que tange a correlação entre os domínios do Questionário WHOQOL-bref de qualidade de vida e as fases do estresse do Teste de Lipp, observou-se que todos os domínios apresentaram correlação significativa com as fases do estresse (p < 0,001), demonstrando uma tendência decrescente de todos os domínios da qualidade de vida com o aumento do nível de estresse. Conclui-se que a pandemia de COVID-19 teve grande impacto negativo na qualidade de vida e no nível de estresse dos cuidadores de crianças e adolescentes com deficiência intelectual.pt_BR
dc.subjectExaustão do cuidador.pt_BR
dc.subjectDeficiência intelectual.pt_BR
dc.subjectCOVID-19.pt_BR
dc.titleQualidade de vida e nível de estresse em cuidadores de crianças e adolescentes com deficiência intelectual durante a pandemia de COVID-19 no município de Anápolis-Goiáspt_BR


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