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dc.contributor.advisorFeitoza, Leandro Magalhães
dc.contributor.authorSousa, Augusto Graziani e
dc.contributor.authorBorges, Guilherme Henrique Iaccino
dc.contributor.authorZendron, Igor Mundim
dc.contributor.authorMoreira, Juliana Malta
dc.contributor.authorBraga, Nathália Costa Coelho
dc.date.accessioned2022-07-06T19:49:45Z
dc.date.available2022-07-06T19:49:45Z
dc.date.issued2021-11-30
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/19075
dc.description.abstractA prevalência da obesidade, doença crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo de tecido adiposo corporal, cresceu mais de dez vezes em crianças e adolescentes nas últimas décadas, implicando em um amplo espectro de comorbidades e mau prognóstico de qualidade de vida na fase adulta. Considerando um maior índice de persistência da doença a partir da adolescência, o rastreio de indicadores abrangentes e a prevenção primária nessa faixa etária devem ser difundidos como a primeira ferramenta para a reversão desse cenário. Diante disso, o objetivo do trabalho foi avaliar a prevalência de alterações ponderais em adolescentes de ensino médio em Anápolis, Goiás e esclarecer os principais fatores predisponentes ao excesso de peso atuantes antes e depois da pandemia da COVID-19. Trata-se de um estudo epidemiológico, observacional, descritivo, analítico e transversal de natureza quantitativa, realizado entre estudantes de ensino médio de Anápolis, Goiás, no ano de 2021. Os participantes inclusos nos critérios de amostragem foram submetidos à aplicação de questionários online autoavaliativos e devidamente validados que abrangiam, além da caracterização epidemiológica, referência de peso, altura, pesquisas sobre hábitos diários e qualidade de vida, além de impactos nesses aspectos pela pandemia. O estudo relatou prevalência de excesso de peso em padrões semelhantes aos nacionais, atrelada a alto tempo em frente a telas para a maior parte da população, fortemente intensificado no último ano, baixa ingesta de água e alimentos naturais, níveis insuficientes de atividade física, além de redução dos escores de qualidade de vida pelo peso em todos os domínios. Ademais, as adaptações impostas pelo lockdown trouxeram piora principalmente sobre a inatividade física, tempo de tela, problemas no sono, dificuldades escolares, além de repercussões na saúde emocional. O trabalho obteve resultados em consonância com a literatura já publicada acerca do tema e mostra a importância da mudança do cenário vivido pelos jovens para a melhoria da qualidade de vida a curto e longo prazo.pt_BR
dc.subjectObesidade Pediátrica.pt_BR
dc.subjectGordura Abdominal.pt_BR
dc.subjectSaúde do Adolescente.pt_BR
dc.subjectEstilo de Vida.pt_BR
dc.titleFatores de risco para obesidade, hábitos e qualidade de vida de alunos de ensino médio em contexto de pandemia da COVID-19pt_BR


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