| dc.description.abstract | adubação tem importância fundamental na produtividade final da cultura do milho. A utilização de fertilizantes organominerais possibilita a utilização de dejetos que conferem sustentabilidade e eficiência ao produto, dando a eles um destino correto, sendo uma alternativa viável pelo grande problema da possível escassez de recursos para a produção de fertilizantes minerais. Visando o aproveitamento de resíduos e menor contaminação ambiental, este trabalho teve como objetivo avaliar a adubação organomineral e mineral nos parâmetros morfológicos e produtivos da cultura do milho. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com quatro repetições. As parcelas experimentais foram compostas de cinco linhas de milho de 40 m de comprimento, espaçadas entre si por 0,65 m. A cultivar utilizada foi a RB 9110PRO2 e os tratamentos consistiram em T1: testemunha, sem aplicação de fertilizantes; T2: 300 kg ha-1 organomineral com formulação 02-15-05 + 50 kg ha-1 de FTE Gran 12, de modo a fornecer a proporção de 50% das quantidades de NPK fornecidas via fertilizante mineral e T3: 300 kg ha-1 mineral com formulação 04-30-10 + 50 kg ha-1 de FTE Gran 12. Foram avaliados: diâmetro de colmo (mm), altura da planta (cm), número de folhas e área foliar (cm2). No ponto de colheita foi realizada a avaliação de população final de plantas, comprimento de espiga (base ao ápice), diâmetro de espiga (porção mediana da espiga), número de fileiras de grãos e número de grãos por fileira, massa de 1.000 grãos. Avaliou-se a massa seca e a produtividade. O uso do fertilizante organomineral influenciou positivamente o diâmetro de colmo, altura da planta, área foliar, massa verde e massa seca total. O emprego do fertilizante organomineral proporcionou maior comprimento de espiga, diâmetro de espiga, número de fileiras de grãos e de grãos por fileira comparado ao fertilizante mineral e a testemunha. Sendo relevante para elevar a produtividade agrícola e diminuir os custos de produção. | pt_BR |