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dc.contributor.advisorAraújo, Lilhian Alves de
dc.contributor.authorde Lemos, Lalleska Moreira
dc.date.accessioned2022-05-10T12:53:56Z
dc.date.available2022-05-10T12:53:56Z
dc.date.issued2021-12
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/18759
dc.description.abstractIntrodução: Automedicação é entendida como a prática de consumir medicamentos com ou sem prescrição médica, e sem o aconselhamento do profissional habilitado, podendo acarretar várias consequências e efeitos indesejáveis como toxicidade, hipersensibilidade, dependência, mascaramento de doenças, resistência, dificuldade de diagnóstico e prevenção da patologia. Objetivo: Demonstrar quais são os fármacos mais utilizados sem prescrição médica no Brasil. Metodologia: trata-se de uma revisão integrativa da literatura com artigos na língua portuguesa, datados de 2012 a 2021. A busca dos artigos foi realizada nas bases de dados eletrônicas: SCIELO, LILACS, BDENF, o acesso a base de dados ocorreu entre os meses de agosto a setembro do ano de 2021 buscando responder a seguinte pergunta norteadora: Quais são os fármacos mais utilizados sem prescrição médica no Brasil? Resultados: Evidenciou-se que os medicamentos mais utilizados foram os analgésicos, anti-inflamatórios não esteroidais (AAS, diclofenaco, nimesulida, ibuprofeno), analgésicos (dipirona, paracetamol, associados mais cafeína, fenilefrina, carisoprodol, isometepteno, clorfeniramina), trato gastro intestinal (omeprazol), antibióticos (amoxicilina) e anti-hipertensivo (atenolol). Conclusão: a automedicação é uma prática frequente na população brasileira, baseada principalmente no conhecimento empírico, sem a devida noção dos riscos de efeitos adversos ou colaterais.pt_BR
dc.subjectAutomedicaçãopt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectFármacospt_BR
dc.subjectPrescriçãopt_BR
dc.titleO uso indiscriminado de fármacos no Brasil: Uma revisão integrativa de literaturapt_BR


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