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dc.contributor.authorSilva, Brunno Santos de Freitas
dc.contributor.authorOliveira, Daniely Duarte Parreiras de
dc.contributor.authorCruvinel, Diogo Rodrigues
dc.contributor.authorNeto, Ismar Nery
dc.contributor.authorAlves, Larissa Santana Arantes Elias
dc.contributor.authorBoggian, Luciana Carvalho
dc.contributor.authorSouza, Moema
dc.contributor.authorEndo, Mônica Misaé
dc.contributor.authorPaiva, Rogério Ribeiro
dc.contributor.authorMorais Júnior, Ruberval Ferreira de
dc.contributor.authorSant’Ana, Simone
dc.contributor.authorMariano Júnior, Wilson José
dc.contributor.authorBrasil, Alyne Moreira
dc.contributor.authorFigueredo Junior, Paulo Jose de
dc.contributor.authorFerreira, Mário Serra
dc.contributor.authorSpindola, Pedro Paulo Ferreira
dc.date.accessioned2022-05-04T20:11:20Z
dc.date.available2022-05-04T20:11:20Z
dc.date.issued2020-09
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/18740
dc.description.abstractA COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, que apresenta um quadro clínico que varia de infecções assintomáticas a quadros respiratórios graves. SARS é uma sigla derivada do idioma inglês que se refere a Severe Acute Respiratory Syndrome (SRAG), em português SRAG se refere a Síndrome Respiratória Aguda Grave. Os relatórios mais recentes sobre a Covid-19 apontam para o risco que envolve o atendimento odontológico. As rotas comuns de transmissão do novo coronavírus incluem transmissão direta (transmissão por tosse, espirro e inalação de gotículas) e transmissão de contato (membranas mucosas orais, nasais e oculares). Com isso, aerossóis e gotículas contendo microrganismos patogênicos são consideradas as principais rotas de propagação, durante um atendimento. O vírus pode permanecer na saliva do indivíduo contaminado, sendo assim, qualquer pessoa pode estar infectada, seja paciente ou profissional da saúde, pela dificuldade em identificar se o indivíduo está ou não contaminado. Sabe-se que a saliva é o principal veículo transmissor da Covid-19 e há uma alta carga viral nas glândulas salivares e língua do paciente assintomático que exige rigor nas recomendações para atendimentos odontológicos. Assim sendo, é de extrema importância para todo profissional da área da saúde e os envolvidos diretamente no ambiente clínico, a máxima atenção quanto a observação e cumprimento das normas de biossegurança e as novas orientações à pandemia Covid-19. No contexto atual, cada um deverá fazer sua parte protegendo a equipe de trabalho, pacientes, familiares e comunidade, colaborando para minimizar a disseminação da doença, indo de encontro o que preconiza a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que o serviço de saúde deve garantir que as políticas e as boas práticas internas minimizem a exposição a patógenos respiratórios. O “Ministério da Saúde mantém a vigilância ativa a respeito da circulação dos vírus respiratórios, com o monitoramento constante da situação epidemiológica, gerando boletins e notas técnicas para orientação dos serviços de saúde, dos demais setores e da população. Na ocorrência de qualquer mudança no cenário epidemiológico que justifique a adoção de outras medidas de prevenção e controle dirigidas à comunidade acadêmica, haverá divulgação por intermédio dos veículos oficiais de comunicação”. O que já se conhece sobre o novo coronavírus, é possível extrair a certeza de que a atividade profissional da Odontologia apresenta risco aumentado para o seu contágio, devido à alta carga viral presente nas vias aéreas superiores, grande possibilidade de exposição aos materiais biológicos gerados pelos aerossóis durante os procedimentos e ao risco de infecção cruzada. Realizar o controle a exposição das fontes de infecção inclui medidas para minimização da exposição, como o controle dos aerossóis no ambiente clínico e o uso de equipamento de proteção individual (EPI). O êxito ao controle dessa exposição está associado ao uso integrado dessas e de outras ações para proteger acadêmicos, docentes, colaboradores e pacientes da exposição ao SARS-CoV-2. O Comitê de Biossegurança do Curso de Odontologia da FACEG em atenção a atual pandemia, considerando a incidência da infecção sobre a população, elabora este manual para organizar planos de ação que recomenda as medidas de prevenção e controle de infecção que devem ser implementadas para reduzir ao máximo a transmissão de microrganismos. De acordo com as orientações dos órgãos oficiais, que recomendam medidas a serem tomadas enquanto perdurar a transmissão sustentada. As condutas contidas neste manual foram baseadas nas evidências disponíveis até o momento, novas recomendações poderão ser incluídas ou alteradas frente a situação da Covid-19 no Brasil, no mundo e diante de novas evidências.pt_BR
dc.subjectManualpt_BR
dc.subjectDidáticopt_BR
dc.subjectBiossegurançapt_BR
dc.subjectEstágiopt_BR
dc.titleMANUAL DE BIOSSEGURANÇA E CONDUTAS NA CLÍNICA ODONTOLÓGICA DE ENSINO (condutas frente pandemia COVID-19)pt_BR


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