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dc.contributor.advisorVital, André
dc.contributor.authorMota, Maria
dc.date.accessioned2019-09-26T13:13:55Z
dc.date.available2019-09-26T13:13:55Z
dc.date.issued2018-08-24
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1849
dc.description.abstractEste estudo objetiva analisar a figuração da água mediante o espaço, enquanto elemento de estruturação do enredo na novela de ficção, por meio da leitura e análise da obra Manuelzão e Miguilim do escritor mineiro João Guimarães Rosa, para identificar o papel da água na configuração das personagens na narrativa. Trata-se de um trabalho que propõe analisar no texto, o ambiente físico enquanto lugar habitável por seres humanos e não humanos, ou seja, as personagens desta novela, à luz da Ecocrítica. Será feito um estudo da água conforme a figuração composta por diferentes corpos de água dentro da novela, observando a paisagem local em contraste com a paisagem descrita pelo autor no livro Manuelzão e Miguilim, em outras palavras, trata-se da análise dos lugares e dos elementos que os compõem enquanto paisagem fictícia. Como resultado, tendo por base a literatura que trata o tema, conclui-se que a água, enquanto elemento vital torna-se um ser essencial e constituinte da vida de todos os indivíduos vivos na natureza. Ademais, ela faz parte da vida porque também é sujeito que compõem o cenário no qual se constitui e se cria todos os seres vivos. Trata-se de um recurso estilístico do autor o qual atribui verossimilhança à ficção enquanto elemento heterogêneo do cenário da vida real. Por isso, alguns corpos de água como o rio adquirem vida própria e se tornam personagens com identidade própria na narrativa.pt_BR
dc.subjectManuelzão e Miguilim; espaço; água; Ecocríticapt_BR
dc.titleManuelzão e miguilim: o precurso das águas do mutum a samarra na configuração do lugar e dos seres.pt_BR


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