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    Cobertura vegetal, áreas de preservação permanente e reserva legal na região hidrografica rio das almas-foz rio são patricio/rio dos peixe-microrregião de ceres(Go), em 2008 e 2016

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    Karhene Garcia Rodrigues de Sousa.pdf (2.615Mb)
    Date
    2018-04-17
    Author
    Sousa, Karhene
    Metadata
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    Abstract
    O processo de ocupação da microrregião de Ceres se caracterizou pela substituição da vegetação natural por pastagem e culturais anuais levaram a microrregião a se destacar na produção da soja, milho, cana de açúcar e pelo rebanho bovino no Estado de Goiás. No entanto, esse processo levou a uma intensa devastação da vegetação e consequentemente a impactos nos solos e nos recursos hídricos. Assim, pesquisa partiu da hipótese que poucos são os imóveis rurais serão enquadrados na Lei de Crimes Ambientais por desmatar as áreas de reserva legal e de preservação permanente uma vez que os desmatamentos ocorreram antes de junho de 2008, data estabelecida pelo Código Florestal de 2012 para anistiar os desmatamentos. Assim, o objetivo geral da pesquisa foi analisar a cobertura vegetal e as áreas de preservação permanente e de reserva legal na região hidrográfica do rio das Almas – foz rio S. Patrício / rio do Peixe - microrregião de Ceres (GO), em duas datas sucessivas: 2008 prazo estabelecido pelo Código Florestal de 2012 para anistiar os desmatamentos, denominadas de áreas rurais consolidadas e, 2016 onde se verifica a vegetação que ainda ocorre na área de pesquisa e quantificar as áreas de preservação permanente e de reserva legal em 15 propriedades rurais. Tendo como base a interdisciplinaridade, os resultados revelaram que das 15 propriedades analisadas apenas quatro estão em acordo com o Código Florestal de 2012, as demais devem recompor a vegetação ciliar e as áreas de Reserva Legal. E que duas propriedades praticamente não possuem vegetação natural e estão totalmente em desacordo com que está estabelecido em Lei em relação às Área de Preservação Permanente e Reserva Legal. E no período de 2008 a 2016 a redução da vegetação foi de 3,96%.
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1839
    Collections
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