RESPOSTA DE CULTIVARES DE Panicum maximum À Azospirillum brasilense E URÉIA
Abstract
O uso do N2 em cultivares de Panicum maximum auxilia no desenvolvimento da
planta.Assim, o objetivo desse estudo foi avaliar a resposta de Panicum maximum à
inoculação de sementes com Azospirillum brasilense e à adubação nitrogenada.O
ensaio foi conduzido na área experimental da Faculdade Evangélica de GoianésiaGO, FACEG. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso com parcelas
subdivididas em esquema fatorial 5x3, com cinco cultivares de Panicum maximum
(Mombaça, Tanzânia, Massai, Zuri e Tamani), três tratamentos, e quatro repetições.
Os tratamentos foram: ausência de adubação de base e inoculante de sementes,
adubação nitrogenada aos 25 dias após plantio na dose de 50 kg de N por hectare,
e inoculante de sementes Masterfix Gramíneas®(A. brasilense) na dose de 1,2L por
hectare.As variáveis foram avaliadas aos 30, 120 e 240 dias após a emergência. O
material foi desidratado em estufa microprocessada com circulação forçada a uma
temperatura de 65°C durante 72 horas para a obtenção da matéria seca.Os dados
foram submetidos à análise de variância utilizando o procedimento GLM. O
procedimento SLICE foi utilizado nas análises de efeitos simples para decompor as
interações significativas, seguido do teste de Tukey para separação das médias.As
transformações utilizadas foram √(x+0,5) para as variáveis altura de plantas (cm),
número de folhas e matéria seca por hectare (kg); e arco-seno √(%/100) para
porcentagem de matéria seca.A. brasilense interferiu no número de folhas dos
materiais na fase inicial do desenvolvimento. O nitrogênio promoveu o aumento da
produtividade de matéria seca das cultivares testadas. A cv. Tamani produziu menos
no segundo corte do que as cultivares Mombaça, Tanzânia e Zuri. É necessário
realizar outros estudos para avaliar a eficiência do inoculante A. brasilense em
Panicum maximum.