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dc.contributor.advisorSantos, Raquel Oliveira dos
dc.contributor.authorOliveira, Carolina Ribeiro Fernandes
dc.contributor.authorRios Filho, Edwilson Gonçalves
dc.contributor.authorCandido, Rayssa Carolina de Lacerda
dc.contributor.authorSouto, Rodrigo Davanço
dc.contributor.authorCassimiro, Rodrigo Dias
dc.contributor.authorJesus, Sofia de Barros
dc.date.accessioned2021-06-25T13:45:40Z
dc.date.available2021-06-25T13:45:40Z
dc.date.issued2020-11-20
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/17960
dc.description.abstractO comportamento sexual pode ser encarado como de risco quando, por exemplo, o uso de preservativo para evitar uma gestação ou proteger-se de uma infecção sexualmente transmissível (IST) não é escolhido, afetando a saúde e mental do sujeito. Espera-se que os estudantes tenham maior conhecimento sobre práticas sexuais saudáveis, já que estão em um ambiente educacional. Todavia, isso pode não ser suficiente para que hábitos preventivos sejam adequados. Dessa forma, o objetivo desse trabalho foi identificar o comportamento sexual dos acadêmicos do ciclo básico (primeiro ao quarto período) do curso de medicina de uma instituição de ensino privada do Centro-Oeste brasileiro. Tratou-se de um estudo epidemiológico transversal e descritivo. Como instrumento de coleta de dados foram aplicadas 39 questões objetivas adaptadas de 4 estudos. Nesse estudo, os principais achados foram a diferença entre os sexos quanto ao parceiro na primeira relação sexual (p=0,007), os homens com maior número de parceiros após a entrada na faculdade (p=0,01), a camisinha e o anticoncepcional hormonal como os principais métodos utilizados nas relações (p=0,008) e a tendência de menor uso de preservativos por pessoas que praticam relações sexuais não exclusivamente heterossexuais (Odds Ratio com intervalo de confiança variando entre 0,6 e 19). Além disso, foi constatado que morar sem os pais favorece o uso de métodos protetivos (p=0,05) e que usar preservativo na primeira relação contribuiu para uma chance 3,9 vezes maior de uso nas subsequentes (p=0,007). Percebeu-se diferenças no comportamento sexual entre homens e mulheres e que parte dos acadêmicos apresentam práticas sexuais de risco. São necessários mais estudos que avaliem os estudantes em outras etapas da graduação. Isso possibilitará avaliar se os comportamentos inadequados identificados nesse trabalho compreendem casos pontuais no grupo pesquisado ou se refletem uma tendência global. Ademais, com isso, os resultados sobre temática serão discutidos com melhor embasamento.pt_BR
dc.subjectComportamento sexual.pt_BR
dc.subjectEducação em saúdept_BR
dc.subjectInfecções Sexualmente Transmissíveis.pt_BR
dc.titleComportamento sexual de acadêmicos de medicina de uma instituição de ensino privada do Centro-Oeste brasileiropt_BR


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