| dc.description.abstract | A pecuária leiteira a bastante tempo vem ganhado lugar de destaque no cenário nacional,
e alguns trabalhos vem mostrando como o estresse térmico tem um efeito deletério nesse segmento
do agronegócio, principalmente nos sistemas extensivos. A minimização desse efeito tem sido obtida
com aumento de áreas sombreadas e instalações com sistemas de ventilação e aspersão na sala de
espera, o que tem trazido melhores resultados quando comparados com sistemas sem o uso dessa
tecnologia. São muitos os fatores que contribuem para o aumento dos efeitos do estresse térmico como,
produtividade, raça e sistema de criação. O bem-estar animal é uma preocupação que tem voltado às
atenções para esse assunto e na pecuária de leite é um tema de extrema relevância tendo em vista
que a temperatura ideal para vacas de leite fica na faixa dos 6°C a 16°C, nesta faixa diz que o animal
está na zona de conforto térmico onde não há demanda de esforços dos mecanismos
termorreguladores para perder temperatura corporal. Neste sentido objetivou se com este trabalho
avaliar os reflexos do estresse térmico, na reprodução, composição do leite, frequência respiratória e
frequência cardíaca e a temperatura retal, nos meses de maio a outubro de 2017, todos esses dados
foram coletados logo a após a ordenha no momento da inseminação de forma não invasiva ao bemestar do animal. Os dados foram coletados através do uso de termômetro digital e o exame de leite
para composição do leite realizado no Laboratório de qualidade de leite (LQL) da Universidade Federal
de Goiás (UFG) em Goiânia. Após tabulação dos dados foi comparado os tratamentos com os teores
de sólidos encontrados no leite e produtividade das matrizes que fizeram parte do experimento, onde
não foi encontrado diferença significativa estatisticamente falando. | pt_BR |