| dc.description.abstract | A Reforma Psiquiátrica, que teve início no Brasil a partir da década de 70, sendo formalizada por meio da Lei nº: 10.216, de 06 de abril de 2001, trouxe inúmeras mudanças para o modelo manicomial anteriormente adotado em diversas instituições. Tendo como base a referida lei, a família passou a ter papel fundamental perante o processo terapêutico do familiar. Anterior a reforma, a internação era encarada como um descanso para aqueles que eram intitulados cuidadores do paciente. O presente trabalho, de natureza qualitativa, tem como objetivo analisar, por meio de referências bibliográficas, as alterações trazidas à dinâmica familiar e a forma com que a mesma recebe suporte e auxílio para lidar com a grande demanda de responsabilidades que a foi instituída, como cuidadora do paciente, visto que estes podem chegar a um alto índice de estresse, oriundo muitas vezes de rotinas exaustivas e falta de informação de como proceder perante as necessidades particulares da pessoa com doença mental. | pt_BR |