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dc.contributor.advisorEnetério, Núbia Gonçalves da Paixão
dc.contributor.authorSilva, Mel Gehlen Madueño e Nathália Moreira
dc.contributor.authorEnetério, Núbia Gonçalves da Paixão
dc.date.accessioned2021-04-28T13:40:55Z
dc.date.available2021-04-28T13:40:55Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/17350
dc.description.abstractA Reforma Psiquiátrica, que teve início no Brasil a partir da década de 70, sendo formalizada por meio da Lei nº: 10.216, de 06 de abril de 2001, trouxe inúmeras mudanças para o modelo manicomial anteriormente adotado em diversas instituições. Tendo como base a referida lei, a família passou a ter papel fundamental perante o processo terapêutico do familiar. Anterior a reforma, a internação era encarada como um descanso para aqueles que eram intitulados cuidadores do paciente. O presente trabalho, de natureza qualitativa, tem como objetivo analisar, por meio de referências bibliográficas, as alterações trazidas à dinâmica familiar e a forma com que a mesma recebe suporte e auxílio para lidar com a grande demanda de responsabilidades que a foi instituída, como cuidadora do paciente, visto que estes podem chegar a um alto índice de estresse, oriundo muitas vezes de rotinas exaustivas e falta de informação de como proceder perante as necessidades particulares da pessoa com doença mental.pt_BR
dc.subjectreforma psiquiátricapt_BR
dc.subjectdoença mentalpt_BR
dc.subjectmodelo manicomialpt_BR
dc.subjectdinâmica familiarpt_BR
dc.subjectcuidadorespt_BR
dc.titleA REFORMA PSIQUIÁTRICA E A INFLUÊNCIA NA DINÂMICA FAMILIAR DO PACIENTEpt_BR


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