| dc.description.abstract | Marcada pela busca de maior produtividade via intensificação, um número crescente de produtores vem direcionando a pecuária desenvolvida a pasto a uma fase de refinamento, buscando assim, alternativas viáveis para o aumento da produção. O uso de bioestimulantes é uma alternativa interessante para este aumento em diversas culturas, inclusive dos produtores de culturas forrageiras. Nesse contexto, objetivou-se com o presente trabalho, avaliar a influência do uso de bioestimulantes na variedade de Panicum maximum cv. Mombaça A cultivar foi submetida a diferentes tratamentos com um bioestimulante líquido com extrato de algas marinhas, magnésio, boro e molibdênio, de nome comercial dalgin® Mg. Foi adotado o delineamento de blocos casualizados, sendo quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos consistiram em T0, T1, T2 e T3 sendo utilizada respectivamente 0%; 50%; 100% e 150% da dose recomendada pelo fabricante para diversas culturas. Doze dias após a semeadura foi realizada a pulverização foliar nas parcelas com os bioestimulantes, de acordo com a dose de cada tratamento. O primeiro corte foi realizado aos 75 dias após a emergência das folhas, seguido por dois cortes quinzenais. Antes de cada corte foi medida a altura máxima da curvatura foliar da forrageira, avaliou-se o número de perfilhos, sendo considerada as quatro linhas centrais de cada parcela. O uso do bioestimulante dalgin® Mg no capim Mombaça proporcionou um incremento no crescimento radicular, quando submetido a doses normais. Não houve influência no desenvolvimento da parte aérea, bem como na produção de massa fresca e seca da forrageira. Doses elevadas do produto podem causar toxicidade à cultura, retardando o seu crescimento. | pt_BR |