| dc.description.abstract | INTRODUÇÃO: O uso de medicamentos é essencial para a manutenção da saúde da
população. Porém a facilidade de aquisição e o incentivo da mídia geram um uso excessivo e,
com isso, o acúmulo nas residências. Estes quando não consumidos acabam se transformando
em rejeito para descarte, que sendo feito de maneira inadequada pode causar grande impacto
ao meio ambiente. No Brasil, há apenas ações isoladas para o recolhimento de medicamentos
em desuso. A logística reversa envolve toda a cadeia produtiva, desde a produção aos resíduos
gerados pós-consumo. Uma das medidas a ser tomada para diminuição da geração de resíduos
causada por sobra de medicamento está descrita na ANVISA, RDC n° 80, de 11 de maio de
2006, Anexo I, Parte I. Cabe dessa forma também ao Farmacêutico, com vista à promoção de
saúde, dar as devidas orientações quanto ao uso e o devido descarte correto do medicamento
em desuso. OBJETIVO: Verificar as classes medicamentosas mais descartadas de duas
Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município de Ceres-GO. METODOLOGIA: Foram
realizadas palestras sem contato direto com os frequentadores, sobre o descarte correto dos
medicamentos e disponibilização das caixas coletoras nas devida UBS. RESULTADOS E
DISCUSSÕES: As classes mais descartadas foram os Antidiabéticos, Anti-hipertensivo,
Antianginoso, Analgésico, Relaxante Muscular, Anticoncepcional, Broncodilatadores.
CONCLUSÃO: As medidas a ser tomada seria o fracionamento de medicamentos, e a logística reversa. A falta do profissional farmacêutico nas UBS é um dos pontos principais para essa geração de medicamentos em desuso. | pt_BR |