| dc.description.abstract | Automedicação é a forma do individuo tratar ou aliviar sintomas, sem a
prescrição médica. O estudo visa analisar o conhecimento da população sobre a
automedicação e suas consequências para a saúde, das cidades de Ceres, Carmo do Rio Verde,
Itapaci, Rialma e Rubiataba situadas no vale de são patrício no centro norte do Estado de
Goiás. Trata-se de um estudo epidemiológico de corte transversal e caráter exploratório
descritivo, com abordagem quantitativa e qualitativa. Este trabalho apresenta, por meio de 397
questionários, aspectos relativos ao consumo de medicamento, onde se analisa: percentual da
automedicação por gênero, renda, grau de instrução, estado civil, compra do medicamento
sem prescrição, destino do medicamento, aconselhamento com o farmacêutico, com o
balconista ou com terceiros, baseados em receitas antigas, situações que fizeram a
automedicação, leitura da bula e o tempo de duração do tratamento. Observa-se que, dos 397
entrevistados: 358 se automedicam, sendo que 158 são do gênero masculino e 200 do gênero
feminino. Sendo que, desses 397 indivíduos a maior parte, 188 (47,4%) são casados; 175
(44,1%) dos entrevistados tem a renda mensal de um salário; 131 (33%) apresentam ensino
médio completo; 144 (44%) dos entrevistados adquirem medicamento sem prescrição para o
uso próprio e familiar; 267 (67,3%) se aconselham com o farmacêutico; 236 (59,4%) dos
entrevistados nunca se baseam em receitas antigas; 201 (50,9%) seguem as instruções da bula;
113 (30,6%) usaram a medicação de 5 a 10 dias, e que a maioria tem sintomas de dor e febre
quando se automedicam. É possível concluir que o conhecimento da população dessas cidades
sobre o uso racional de medicamento é bastante carente, e a assistência farmacêutica é a
responsável quanto ao uso correto do medicamento em todas as instâncias, haja vista que os
medicamentos poderão ter ações diferentes em organismos diferentes. | pt_BR |