TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DA HIPERTENSÃOEM IDOSOSE POSSÍVEIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS EM HOSPITAL DE PEQUENO PORTE NA CIDADE DE CERES-GO
Date
2012Author
SANTOS, BRUNO BARBOSA DOS
ÂNGELO, BRUNO VINICIUS DE OLIVEIRA
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A hipertensão arterial sistêmica, no Brasil, tem maior prevalência dos
problemas de saúde. Por esse motivo, requer uma atenção especial, além do mais é
responsável pelos óbitos no grupo dos idosos. Estima-se que cerca de 70% da
população brasileira, mais especificamente, a classe dos idosos, apresenta essa
doença crônica.Devidos aos altos índices das taxas de mortalidade e morbidade, no
grupo dos idosos, a hipertensão arterial é considerada como uma das doenças
responsáveis, sendo assim é um problema de saúde de maior prevalência. A
prevalência entre os idosos no Brasil tem relação com a utilização dos fármacos, e é
de 60% a 91%, dependendo da patologia clínica. Os pacientes hipertensos, por
terem outras doenças associadas, necessitam do uso de outros medicamentos
contínuos, e com isso surgem complicações com o próprio quadro hipertensivo e por
esse motivo os pacientes necessitam de uma atenção especial, pois, com a ingesta
de outros medicamentos têm a possibilidade de interação medicamentosa.Elas
ocorrem pela influência entre um ou mais medicamentos e também através de
outras substâncias, que geram efeitos indesejados e inesperados.Para o tratamento
dela, incluem vários grupos de fármacos, tais como: betabloqueadores, IECA
(enzima conversora de angiotensina), antagonistade cálcio e diuréticos, geralmente
são associados para tornar o tratamento eficaz. Por volta de 46%, no Brasil, os
idosos portadores da hipertensão arterial, iniciam o tratamento farmacológico. E
desistem no meio do caminho por conta própria. Os farmacêuticos devem atuar e
prestar um serviço de qualidade aos portadores de hipertensão, educando o
paciente e contribuindo para o seu bem estar, e dando sequência no seu tratamento.