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dc.contributor.advisorSilva, Anderson Dutra e
dc.contributor.authorEvangelista, Fidelis Henrique
dc.contributor.authorSilva, Lucas Xavier da
dc.contributor.authorSilva, Murilo Manoel de Souza
dc.contributor.authorAlmeida, Ricardo Fernandes Pains de
dc.date.accessioned2019-08-24T00:29:41Z
dc.date.available2019-08-24T00:29:41Z
dc.date.issued2018-11-23
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1523
dc.description.abstractNa cidade de Ceres-GO, uma ponte teve sua cabeceira arrancada pela água pluvial. A estrutura sofreu esforços além do esperado rompendo a parte que liga a passarela da ponte com as margens (aterro de acesso). O ocorrido serve para analisar que não basta calcular uma estrutura forte o bastante para aguentar os esforços, deve-se preocupar com esforços de ventos e águas que não se pode calcular “exatamente”, Alguns esforços devem ser evitados, por exemplo, caso estivesse uma drenagem pluvial para evitar o contado da mesma com a ancoragem da ponte não teria o eventual transtorno.pt_BR
dc.subjectPontept_BR
dc.subjectAterropt_BR
dc.subjectGabiãospt_BR
dc.subjectRompimentopt_BR
dc.titleRompimento de Aterros de Pontespt_BR


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