| dc.description.abstract | Os programas de melhoramento genético de forrageiras começaram em 1970, e se intensificaram no
ano 1990, avaliando germoplasmas em diversas regiões do país, e foi na região de Mato Grosso do
Sul através da Embrapa Gado de Corte que se intensificou a avaliação e a caracterização de
Brachiaria e Panicum. Objetivou-se no presente trabalho, avaliar o acúmulo de biomassa e as
características morfológicas de cinco forrageiras em ambiente de domínio de cerrado. Os tratamentos
foram constituídos por três cultivares do gênero Panicum: Panicum maximum cv. Quênia, tamani e
zuri duas do Gênero Brachiaria: Brachiaria Brizantha cv. BRS Piatã e BRS RB331 Ipyporã. O
experimento foi conduzido na área experimental da Faculdade Evangélica de Goianésia (FACEG). O
delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, com parcelas subdivididas com quatro
repetições 5x4 totalizando 20 parcelas e três cortes. Em cada corte foi avaliado o número de perfilhos
(NP), número de folhas por perfilho (NFP), número de folhas por planta (NFPL), a biomassa fresca da
folha (BFF) e o colmo (BFC) e a biomassa seca da folha (BSF) e colmo (BSC), relação massa fresca
de folhas x massa fresca colmo (RMFFC) e a relação da massa seca das folhas x massa seca dos
colmos (RMSFC). Na avaliação do número de perfilhos os cultivares de Panicum quênia e zuri
apresentaram maiores números do que o tamani e nos cultivares de Brachiaria o ypiporã mostrou-se
superior ao piatã. Quando analisamos a relação folhas/perfilho, tanto os cultivares do gênero panicum
e os cultivares do gênero brachiaria não apresentaram diferença significativa entre si, quanto à
relação folha/planta e massa fresca e massa seca os cultivares zuri e quenia demonstrou maior
capacidade de produção do que o tamani. Nos brachiarias a cultivar ypiporã mostrou-se mais
produtiva. | pt_BR |