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dc.contributor.advisorArantes Pereira., Tiago
dc.contributor.authorde Andrade Pullig, Evellyn
dc.contributor.authorGARCIA CUNHA LOPES, GABRIEL
dc.contributor.authorPORTO MAGALHÃES NETTO, GERALDO
dc.contributor.authorMOREIRA RIBEIRO, JULIANA
dc.contributor.authorAMORIM SILVA, LARISSA
dc.contributor.authorLIMA DE MORAES MORUÉ, NATHÁLIA
dc.date.accessioned2019-06-24T16:49:54Z
dc.date.available2019-06-24T16:49:54Z
dc.date.issued2019-07
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1365
dc.description.abstractO câncer colorretal (CCR) é uma neoplasia maligna que acomete a porção distal do trato gastrointestinal, seja o intestino grosso, reto ou ânus. Clinicamente é usualmente classificado em câncer de cólon direito (CCD), câncer de cólon esquerdo (CCE) e câncer retal (CR), a depender da localização primária do tumor. O CCR é responsável por cerca de 700.000 óbitos/ano, sendo o quarto câncer de maior mortalidade no mundo, representando a terceira neoplasia mais prevalente nas mulheres e quarta mais incidente nos homens no Brasil. CCD, CCE e CR distinguem-se quanto ao quadro clínico, fisiopatogenia, meios diagnósticos, tratamento e prognóstico. Diante da importância epidemiológica do CCR e das implicações clínicas de sua localização primária no trato gastrointestinal, o estudo em questão tem como objetivo analisar o perfil topográfico e epidemiológico do CCR no Brasil durante o período de 2000-2011 considerando topografia, ano de notificação, sexo, faixa etária e etnia. Trata-se de uma pesquisa epidemiológica, descritiva, retrospectiva, observacional e quantitativa, cujos dados foram obtidos por meio de consulta à base de dados do Registro de Câncer de Base Populacional (RCBP) disponibilizada pelo Instituto Nacional do Câncer. As ocorrências analisadas no período contemplado pelo estudo totalizaram 36.296, sendo que 14,2% corresponderam ao CCD, 40,6% ao CCE e 45,2% ao CR. Apesar da subnotificação dos RCBP, observou-se que os indivíduos mais acometidos eram brancos (42%), do sexo feminino (52,5%) e com faixa etária de 65-74 anos (40,8%). Ainda, observou-se uma tendência a aumento do número de caso. Os resultados obtidos encontram-se em consonância com os estudos epidemiológicos na área do CCR. Além do esperado, pôde-se concluir que, no Brasil, está havendo um crescimento dos índices do CCD e ainda que não seja o principal tipo de CCR, sua ocorrência tem apresentado importância crescente com o decorrer dos anos. Nesse contexto, esse achado deve fomentar a realização de novos estudos com o objetivo de entender os fatores relacionados com o crescimento dos índices do CCD no país, bem como elucidar as implicações clínicas desse processo.pt_BR
dc.subjectNeoplasias colorretaispt_BR
dc.subjectIntestino grossopt_BR
dc.subjectRetopt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectNeoplasias retaispt_BR
dc.titleCâncer colorretal no Brasil: aspectos topográficos e epidemiológicos (2000-2011)pt_BR


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