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dc.contributor.advisorReis, Fernando F. dos Santos e
dc.contributor.authorPádua, Leonardo R.
dc.contributor.authorLopes, Luciano E.
dc.date.accessioned2019-04-17T01:04:25Z
dc.date.available2019-04-17T01:04:25Z
dc.date.issued2019
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1147
dc.description.abstractNeste artigo, buscou-se, através da contribuição de textos psicanalíticos clássicos, a compreensão do silêncio na primeira Clínica lacaniana. O tema silêncio expressa uma variante de significados que percorrem de Freud à Lacan; do silêncio como efeito da resistência à sileo e taceo. Torna-se relevante, portanto, o estudo do silêncio no contexto analítico, posto este estar sempre presente no setting terapêutico, sendo vivenciado tanto pelo analista quanto pelo analisando. Se fez necessário, antes de mais nada, compreender a importância da linguagem na teoria lacaniana, para então adentrar às conceituações da relação transferencial, sujeito suposto saber, entre outros. Dessa forma, o silêncio apresentou-se como um recurso de fundamental relevância na clínica psicanalítica, seja por evidenciar a atribuição do sujeito suposto saber, como Outro ou outro, seja com um ato analítico, dependente do desejo do analista, que libera a associação do sujeito. Sendo, portanto, recomendado que o analista esteja implicado na posição daquele que contém o agalma, intervindo na dialética da análise se fazendo de morto inquietante a convocar uma resposta do analisando acerca do seu desejo.pt_BR
dc.subjectFreudpt_BR
dc.subjectLacanpt_BR
dc.subjectLacanpt_BR
dc.subjectPsicanálisept_BR
dc.titleO SILÊNCIO NA PRIMEIRA CLÍNICA LACANIANApt_BR


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