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    PRODUTIVIDADE DE MILHO EM PLANTIO DIRETO COM DIFERENTES DOSES DE ADUBAÇÃO QUÍMICA ASSOCIADO À ADUBAÇÃO BIOLÓGICA

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    2018_TCC_RodrigoCaixeta.pdf (465.4Kb)
    Date
    2018-12
    Author
    Pinheiro, Rodrigo Caixeta
    Metadata
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    Abstract
    O milho é uma das plantas mais cultivadas no mundo e possui papel fundamental na economia brasileira. O uso de biofertilizantes tem se tornado uma alternativa para melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo, favorecendo o desenvolvimento da cultura. Esta trabalho objetivou avaliar a produtividade de milho primeira safra sob adubação biológica e diferentes doses de adubação química, em plantio direto na região do Cerrado. O trabalho foi conduzido na Unidade Experimental da UniEVANGÉLICA, com a cultivar de milho AS 1757 VT PRO3. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram compostos por: T1: sem adubação química NPK no plantio e cobertura (testemunha); T2: 200 kg ha-1 de 05-25-15 no plantio + 111 kg ha-1 de uréia em cobertura (50% da adubação NPK recomendada para a cultura); T3: 300 kg ha-1 de 05-25-15 no plantio + 167 kg ha-1 de uréia em cobertura (75% da adubação NPK) e T4 com 400 kg ha-1 de 05-25-15 + 222 kg ha-1 de uréia em cobertura (100% da adubação NPK). Em todos os tratamentos foram utilizados 150 L ha-1 de fertilizante biológico (Microgeo®). Foram avaliados altura de plantas (AP), altura de inserção de espigas (AIE), diâmetro de colmo (DC), número de fileiras de grãos espiga-1 (FG), número de grãos fileira-1 (GF), comprimento da espiga (CE), diâmetro da espiga (DE), massa de mil grãos (MMG) e produtividade (PROD). Procedeu-se à análise de variância, comparando-se as médias dos parâmetros de produção pelo teste de Tukey e as doses de NPK por análise de regressão. O tratamento 100% da dose de adubação química apresentou a maior produtividade entre os tratamentos, sendo semelhante estatisticamente ao tratamento 75%, mesmo com maior disponibilidade de nutrientes. O tratamento 75% da dose de adubação NPK apresentou maior eficiência na disponibilização de nutrientes para a planta, o que se justifica por relações sinérgicas entre a dose de nutrientes utilizada e a dose de biofertizante aplicada. O uso do biofertilizante Microgeo® apresenta-se como uma alternativa ao uso de adubação química a partir do segundo ano de uso em áreas de plantio direto, com redução de até 25% da adubação química recomendada para a cultura. Novos estudos devem ser realizados a fim de elucidar os parâmetros avaliados.
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1088
    Collections
    • Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC's

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