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    EFEITO DA IRRIGAÇÃO E ADUBAÇÃO SOBRE PRODUÇÃO DE MATÉRIA SECA DO CAPIM Brachiaria brizantha cv Marandu NO PERÍODO DA SECA

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    2018_TCC_JoãoPedroSilva.pdf (477.6Kb)
    Date
    2018-12
    Author
    Rodrigues, João Pedro Silva
    Metadata
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    Abstract
    Os capins do gênero Brachiaria são conhecidos na forragicultura desde a década de 50, tendo esse gênero se expandido nas décadas de 70 e 80, principalmente nas regiões de clima mais quente, ocupando nos dias de hoje mais de 50% das áreas de pastagens cultivadas no Brasil, devido à sua adaptação às mais variadas condições de solo e clima. Objetivou-se neste trabalho avaliar o efeito da irrigação e da adubação sobre a produção de matéria seca do capim marandu (Brachiaria brizantha cv Marandu), no período da seca, no município de Ouro Verde de Goiás. O delineamento foi inteiramente casualizados com quatro tratamentos com cinco repetições por tratamento, sendo os tratamentos: T1 – Testemunha - sem adubação; T2 – Adubação (50 kg P2O5 ha-1); Adubação de cobertura (50 kg N ha-1 + 50 kg K2O ha-1); T3 – Lamina de irrigação (5,76 mm diariamente), adubação (50 kg P2O5 ha-1) e adubação de cobertura (50 kg N ha-1 + 50 kg K2O ha-1) e T4 - Lamina de irrigação (5,76 mm diariamente) sem adubação, em canteiros de 1x1m formados com Brachiaria brizantha cv Marandu. Para a obtenção das amostras, foram realizados três cortes a cada trinta dias de crescimento, com altura de corte de 10 cm do solo. Determinou-se o teor de matéria seca utilizando o método convencional em estufa com ventilação de ar forçada (EST), submetidas a 65° C, por um período de 24 horas. Os dados foram submetidos às análises de variância e quando observado diferenças significativas os dados foram submetidos ao teste T (5% de probabilidade) para verificação das médias, usando o programa SISVAR versão 5.6. A irrigação teve efeito significativo sobre a produção de matéria seca. Os canteiros que receberam irrigação produziram 204,82 g/m2 no T3 e 205,74 g/m2 no T4 enquanto que os não irrigados produziram apenas 154,02 g/m2 no T1 e 162,38 g/m2 no T2. Conclui-se que a irrigação na pastagem aumentou a produção de matéria seca de maneira razoável, em relação às pastagens não irrigadas. Para um bom desenvolvimento de pastagens é necessário estar atento às necessidades da planta, e aos anseios do solo, a prática de adubação quando necessário, juntamente com o fornecimento de recursos hídricos e deve-se avaliar a estação do ano para o plantio, e se possível estar realizando o cultivo das pastagens no verão. A taxa de crescimento diário da pastagem foi baixa, mesmo com a irrigação não consegui aumentar muito a taxa de crescimento devido às baixas temperaturas mínimas que ocorreram a noite durante o período do ensaio.
    URI
    http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1075
    Collections
    • Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC's

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