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dc.contributor.advisorPinto, Maryana de Souza
dc.contributor.authorCarmo, Anderson Junio do
dc.date.accessioned2019-02-21T12:11:37Z
dc.date.available2019-02-21T12:11:37Z
dc.date.issued2018-12
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/1059
dc.descriptionhttps://issuu.com/cadernostc/docs/anderson_junio_do_carmo-revista_webpt_BR
dc.description.abstractEste trabalho tem o propósito de mudar uma visão coletiva que se tem em relação ao cemitério tradicional, que o brasileiro adotou durante anos. Entende-se como um local dolente, vazio de lembranças e cheio de túmulos onde expor a dor da perda parece ser a intenção dessas obras, visto também, como uma potencial fonte de contaminação do solo. A proposta trás para a cidade de Anápolis uma forma inovadora e sustentável, de encarar a morte e o luto. Proporcionando um destino que, além de uma homenagem simbólica ao ciclo e a eternidade da vida, sirva como um instrumento para ressignificação deste espaço de dor, que gera um grande impacto ambiental, visual e espacial. O projeto traz a proposta de um crematório associado ao plantio de mudas de arvores acompanhadas com as cinzas do corpo, daqueles que se foram.pt_BR
dc.subjectCrematóriopt_BR
dc.subjectUrbanismopt_BR
dc.subjectPlanejamento Urbanopt_BR
dc.titleComplexo Árvores da Vida. Crematório Parquept_BR


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