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dc.contributor.advisorVieira, Rodolfo de Paula.-
dc.contributor.authorCALIMAN FILHO, FRANCISCO RONALDO.-
dc.date.accessioned2026-05-11T17:42:33Z-
dc.date.available2026-05-11T17:42:33Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23659-
dc.description.abstractO envelhecimento está associado a alterações neuromusculares, redução da capacidade funcional e aumento do risco de quedas, comprometendo a autonomia e a qualidade de vida dos idosos. O treinamento de força tem sido amplamente recomendado como estratégia não farmacológica para minimizar esses efeitos; contudo, ainda existem lacunas quanto à otimização das variáveis de treinamento, especialmente no que se refere ao componente neural. Nesse contexto, a pré-ativação motora antagonista surge como uma abordagem potencial para melhorar a eficiência neuromuscular e o desempenho funcional. O presente estudo teve como objetivo investigar os efeitos do treinamento de força associado à pré-ativação motora antagonista sobre adaptações neuromusculares, funcionais e cardiorrespiratórias em idosos não institucionalizados. Trata-se de um estudo observacional prospectivo, com delineamento longitudinal de 12 semanas, realizado entre março e outubro de 2024, com 102 participantes com idade igual ou superior a 60 anos, recrutados na comunidade das cidades de Ceres e Rialma, Goiás. Os participantes foram organizados em três grupos: treinamento de força convencional (TF1), treinamento de força com pré-ativação motora (TF2) e grupo controle. Foram avaliadas variáveis de força muscular (1RM e preensão manual), desempenho funcional (teste de sentar e levantar, Timed Up and Go e caminhada de seis minutos), composição corporal e capacidade cardiorrespiratória (VO₂máx estimado). Os dados foram analisados por meio de modelos estatísticos apropriados ao delineamento longitudinal, considerando efeitos de grupo, tempo e interação. Os resultados demonstraram que ambos os protocolos de treinamento promoveram melhorias significativas na força muscular, no desempenho funcional e na capacidade cardiorrespiratória. O grupo TF2 apresentou maior redução do percentual de gordura, maior ganho de força dinâmica e melhor desempenho no teste de sentar e levantar, enquanto o grupo TF1 apresentou tendência a maiores ganhos na capacidade cardiorrespiratória. Observou-se comportamento distinto no teste de mobilidade (TUG), no qual o grupo TF2 apresentou piora relativa na agilidade. Conclui-se que o treinamento de força é eficaz na promoção de adaptações fisiológicas relevantes em idosos, com efeitos sistêmicos sobre diferentes componentes da funcionalidade, e que a pré-ativação motora antagonista representa uma estratégia promissora para potencializar adaptações neuromusculares e funcionais, embora seus efeitos não sejam uniformes entre todos os desfechos.pt_BR
dc.subjectEnvelhecimento; Treinamento de força; Controle neuromuscular; Funcionalidade; Exercício físico.pt_BR
dc.titleTREINAMENTO DE FORÇA COM PRÉ-ATIVAÇÃO MOTORA ANTAGONISTA MELHORA DESFECHOS NEUROMUSCULARES E FUNCIONAIS EM PESSOAS IDOSAS.pt_BR
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