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http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23814Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Ingrid de Souza Bonfim, Cristiane | - |
| dc.contributor.author | Florêncio Rodrigues, Gabriel | - |
| dc.contributor.author | de Souza Moreira, Maria Eduarda | - |
| dc.date.accessioned | 2026-07-07T14:02:34Z | - |
| dc.date.available | 2026-07-07T14:02:34Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-30 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23814 | - |
| dc.description.abstract | Este trabalho examina a violência obstétrica sob uma perspectiva interdisciplinar, compreendendo-a como expressão da desigualdade de gênero presente na estrutura patriarcal da sociedade e como afronta aos direitos fundamentais da mulher gestante. Ao longo da história, a substituição do parto domiciliar, tradicionalmente assistido por parteiras, pelo modelo hospitalar medicalizado contribuiu para a valorização do saber técnico-científico em detrimento da autonomia feminina, tornando o parto um procedimento cada vez mais clínico, intervencionista e, em muitos casos, desumanizado. Embora a Constituição Federal de 1988 assegure a dignidade da pessoa humana, a igualdade material e a proteção à maternidade, o ordenamento jurídico brasileiro ainda não apresenta tipificação penal própria para a violência obstétrica. A pesquisa tem como foco a responsabilização penal dessa prática no Brasil, especialmente nas situações em que há lesão física ou psicológica à gestante, aborto, natimortalidade ou óbito fetal. O problema central consiste em analisar de que maneira o Direito Penal pode responsabilizar os agentes diante da inexistência de previsão penal específica e da dificuldade de comprovação do nexo causal entre a conduta praticada e o resultado lesivo. O objetivo geral é investigar as possibilidades de responsabilização penal dos profissionais de saúde e terceiros envolvidos. Utilizou-se pesquisa bibliográfica e documental, com abordagem qualitativa e método dedutivo, por meio da análise de doutrina, legislação, jurisprudência e dados estatísticos. O estudo está dividido em três capítulos e destaca o Projeto de Lei nº 1.763/2025 como importante proposta legislativa para o enfrentamento da violência obstétrica no país. | pt_BR |
| dc.subject | Violência Obstétrica | pt_BR |
| dc.subject | patriarcado | pt_BR |
| dc.subject | tipificação penal | pt_BR |
| dc.subject | nexo causal | pt_BR |
| dc.subject | gestante | pt_BR |
| dc.title | A INFLUÊNCIA DA CULTURA PATRIARCAL NA CULPABILIZAÇÃO DA VITIMA E SEUS REFLEXOS NA ATUAÇÃO DO SISTEMA PENAL NOS CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHERNA CENTRO-OESTE BRASILEIRO | pt_BR |
| Appears in Collections: | Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC's | |
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| File | Description | Size | Format | |
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| a invisibilidade da violencia obst.pdf | A INVISIBILIDADE DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NO ORDENAMENTO JURÍDICO PENAL BRASILEIRO: DESAFIOS DA TIPIFICAÇÃO E PROVA. | 545.77 kB | Adobe PDF | View/Open |
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