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dc.contributor.advisorVASCONCELOS, Paulo Henrique Castanheira-
dc.contributor.authorJÚNIOR, Antônio Marinho da Mota-
dc.date.accessioned2026-07-01T22:57:19Z-
dc.date.available2026-07-01T22:57:19Z-
dc.date.issued2003-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23765-
dc.description.abstractFoucault certa vez escreveu que "o único sinal de reconhecimento que se pode ter para com um pensamento como o de Nietzsche é precisamente utilizá-lo, deformá-lo, fazê-lo ranger, gritar". Foucault fez isso. Foucault, leitor de Nietzsche, teve o seu Nietzsche e utilizou-o. Michel Foucault, pensador francês contemporâneo, talvez o mais próximo a Nietzsche. Foucault realiza, um trabalho intenso e obstinado de exame da racionalidade moderna, estudo esse pela via daquilo que mais a põe em cheque: estudar a razão, como ele dizia, em seus limites, abandonar o conforto das verdades terminais e interrogar sobre as experiências limites. Estudar a história da loucura para, de uma certa forma, absolver a desrazão e constatar que esta irrompe ocasionalmente, permitindo-nos a possibilidade de transcender a razão, salvando-nos com violência. Estudar a história do olhar médico, para constatar que aí se dá, pela primeira vez, o conhecimento do homem sobre si mesmo, com base em sua própria finitude, dentro de uma linguagem criada pela abertura de sua própria eliminação.pt_BR
dc.subjectReconhecimentopt_BR
dc.subjectExperiências limitespt_BR
dc.subjectTranscender a razãopt_BR
dc.titleA HISTÓRIA DA LOUCURA E A RELAÇÃO ENTRE LITERATURA E A LOUCURA EM MICHEL FOUCALTpt_BR
Appears in Collections:Filosofia

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