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dc.contributor.advisorMoreira, Humberto Graner-
dc.contributor.authorAlves, Ana Carolina Rodrigues-
dc.contributor.authorRosa, Eduardo Augusto Silva-
dc.contributor.authorGouvêa, Julia Carneiro Zago-
dc.contributor.authorFranco, Maria Angélica Eloi-
dc.contributor.authorLima, Raphael Costa-
dc.date.accessioned2018-09-22T14:12:39Z-
dc.date.available2018-09-22T14:12:39Z-
dc.date.issued2018-06-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/329-
dc.description.abstractO infarto agudo do miocárdio (IAM) é uma das principais causas de mortalidade em pacientes com mais de 60 anos de idade. As desigualdades e as variações nos cuidados com IAM em pacientes idosos são bem reconhecidas, e foi demonstrado que idosos que apresentam IAM apresentaram piores resultados. Apesar dos recentes avanços na terapêutica, a morbidade e a mortalidade por IAM permanecem altas. No Brasil, com o envelhecimento da população, há pouca informação sobre hospitalizações e mortalidade intra-hospitalar por IAM em pacientes idosos. O objetivo do estudo é descrever as taxas de hospitalização e mortalidade por IAM na população idosa no Sistema Único de Saúde, entre 1995 e 2014. Foram obtidos dados sobre a admissão hospitalar, duração média da permanência e mortalidade intra-hospitalar. Foi usado o banco de dados do Sistema Único de Saúde (SIH / DATASUS) e todas as admissões relacionadas a IAM foram identificadas pela CID-9 e CID-10. As internações por IAM entre 1995 e 2014 em pacientes ≥ 60 anos de idade foram analisadas. Além disso, os totais das despesas relacionadas a essas internações foram identificados, ano a ano, com correção monetária para fins comparativos. Todos os dados foram estratificados por gênero e faixa etária. De 1995 a 2014, ocorreram 612.184 hospitalizações por IAM em idosos no Brasil. A maioria das admissões ocorreu entre os homens (58,3%). No geral, as internações absolutas aumentaram de 19.328 em 1995 para 50.632 em 2014. No entanto, as taxas de mortalidade hospitalar reduziram de 41,2 em 1995 para 33,3 mortes / 100 admissões em 2014 (R² = 0,553, p <0,01), o que foi mais significativo entre o grupo feminino (23,39 a 18,69 óbitos / 100 admissões) quando comparado com o subgrupo masculino (17,88 a 14,61 óbitos / 100 admissões). Essa redução da mortalidade hospitalar também foi mais relevante entre indivíduos com faixa etária entre 70 e 74 anos. O tempo médio de hospitalização manteve-se estável em 7,7 dias. Os custos totais associados às internações por IAM nesta população aumentaram de forma constante ao longo dos anos, de R$ 41,1 milhões em 1995 para R$ 190,9 milhões em 2014. Embora a taxa de internações por IAM em pessoas idosas tenha aumentado de 1995 a 2014, a mortalidade intra-hospitalar reduziu ao longo do mesmo período. Mesmo tendo em conta que as pessoas idosas são uma população mais frágil, a carga de custos ainda é preocupante, com um crescimento exponencial das despesas nos últimos anos.pt_BR
dc.subjectInfarto agudo do miocárdiopt_BR
dc.subjectAvaliação de saúdept_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.titleMORBIMORTALIDADE HOSPITALAR POR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO EM IDOSOS NO BRASIL E SEU IMPACTO ECONÔMICOpt_BR
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