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dc.contributor.advisorVICENTE, José João Neves Barbosa-
dc.contributor.authorNOLASCO, Marly Narcisa da Fonseca-
dc.date.accessioned2026-07-07T16:58:04Z-
dc.date.available2026-07-07T16:58:04Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23829-
dc.description.abstractO homem, desde os primórdios dos tempos até a atualidade, esforça-se para tentar explicar o fenômeno morte. De um modo geral, a ciência tem ampliado seu universo de pesquisas perante o assunto.Seria a morte o fim? Não é o fim. O fim está na desistência de continuar vivendo na mesma ambiência em que pairam o desconhecido, o medo, as dúvidas, as incertezas, a ausência de harmonia entre o ter e o ser.Uma das maiores angústias do homem é a morte, pois, ele teme o desconhecido, por isso é muito comum presenciarmos em meio a nossa sociedade os seguintes questionamentos. O que é a morte? Como surgiu? Para onde vamos depois desta temível passagem?Heidegger procura retratar a questão do ser para o homem, ou como é o ser. Sua filosofia está em levar cada homem a fazer essa pergunta com o máximo envolvimento.Na concepção de Schopenhauer, o ser humano teme o desconhecido, com isso a certeza da morte lhe é assustadora.Heidegger e Schopenhauer vêm esclarecer que a morte pertence à estrutura fundamental do homem, com a morte, o homem conquista a totalidade da sua vida. Enquanto ela não chega, falta a ele alguma coisa que ainda pode ser e será.O fim de um ser é tão real quanto era o seu começo, e no mesmo sentido em que não éramos antes do nascimento, não seremos depois da morte.pt_BR
dc.subjectMortept_BR
dc.subjectSerpt_BR
dc.subjectExistênciapt_BR
dc.titleMORTE: HEIDEGGER E SCHOPENHAUERpt_BR
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