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dc.contributor.advisorSilva, Constanza Thaise Xavier-
dc.contributor.authorMoreira, Isabelly Cristina Haubert-
dc.contributor.authorSilva, Ludymilla Rodrigues-
dc.contributor.authorAmorim, Fabline Ribeiro-
dc.contributor.authorVilela, Karolina Vitória Lóze-
dc.contributor.authorFaccioli, Giovanna Sacramento Sluzek-
dc.contributor.authorSilva, Mariana Cardoso-
dc.date.accessioned2026-06-22T17:42:43Z-
dc.date.available2026-06-22T17:42:43Z-
dc.date.issued2026-06-19-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23692-
dc.description.abstractO atendimento pré-hospitalar móvel (APHM) é essencial para o manejo de emergências e para a redução da morbimortalidade por agravos tempo-dependentes. No Brasil, esse serviço é operacionalizado principalmente pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), responsável pela triagem e encaminhamento adequado dos atendimentos. O presente estudo visa caracterizar o perfil clínico e epidemiológico das ocorrências atendidas pelo SAMU da regional Anápolis – Região Pirineus, no período de janeiro a dezembro de 2023, considerado estratégico por representar a retomada das rotinas assistenciais após a pandemia da doença por coronavírus 2019 (COVID-19). Trata-se de um estudo epidemiológico, longitudinal e retrospectivo, com análise de dados secundários provenientes das fichas de ocorrência do SAMU-192. Foram analisadas 17.867 ocorrências, com discreto predomínio no primeiro semestre do ano (52,6%). Observou- se maior frequência de atendimentos em indivíduos do sexo masculino (50,8%), sem diferença estatisticamente significativa (p = 0,083), e na faixa etária acima de 61 anos (34,7%), com diferença estatisticamente significativa entre as faixas etárias (p < 0,0001). A maioria das ocorrências teve origem no domicílio (60,7%), com maior concentração no período vespertino (33%) e nos finais de semana, sem diferença estatística entre os dias (p = 0,811). As ocorrências clínicas foram as mais prevalentes (58,9%), seguidas pelas causas externas (27%). Quanto ao destino, houve predominância de encaminhamentos para Unidades de Pronto Atendimento (44,5%), com diferença estatisticamente significativa entre os destinos (p < 0,0001), e a maior parte dos pacientes apresentou desfecho favorável (93%) classificados como vivos ao final do atendimento (p < 0,0001).Os achados evidenciam a relevância do SAMU na organização da rede de atenção às urgências, além de permitirem a identificação de padrões epidemiológicos que podem subsidiar o planejamento estratégico, a qualificação das equipes e a otimização dos recursos, contribuindo para a melhoria da assistência e redução de desfechos adversos.pt_BR
dc.subjectEstudos Epidemiológicospt_BR
dc.subjectServiços Médicos de Emergênciapt_BR
dc.subjectServiços Pré- Hospitalarespt_BR
dc.titlePerfil clínico- epidemiológico das ocorrências do serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) da regional Anápolis – Região Pirineus: uma análise retrospectivapt_BR
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