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Title: TRANSFOBIA SOBRE A VERTENTE DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA
Authors: OLIVEIRA, Lucivania Chaves Dias de
SANTOS, Gisele Alves dos
Keywords: Violência Obstétrica
Transfobia
Transexual
Issue Date: 2022
Abstract: O objetivo desta monografia é analisar as formas em que a transfobia e a violência obstétrica vem acontecendo frequentemente, as violações de direitos humanos e as dificuldades enfrentadas por pessoas transexuais ao acesso da saúde caracterizando violência obstétrica. A violência obstétrica pode ser física, psicológica ou verbal e também inclui negligência, discriminação ou comportamento. O medo da dor não deve fazer as mulheres preferirem a cirurgia. Ressaltando que a violência obstétrica também pode vir do campo cirúrgico, que, embora menos doloroso, acarreta inúmeros riscos e que caracterizada apenas pela indicação desnecessária sem o direito de informar à gestante sobre esse tipo de parto. O termo refere-se não apenas ao trabalho dos profissionais de saúde, mas também à falha estrutural de clínicas e hospitais públicos ou privados. Os direitos humanos atribuem grande importância à garantia de que todos, sem exceção, tenham uma vida digna, respeitando seus direitos básicos. No entanto, observa-se que grupos como os transgêneros sofrem discriminação e violência simplesmente porque não cumprirem certos padrões sociais. Trata-se de um pesquisa descritiva de abordagem quantitativa, ao realizar coleta de dados, abordar assuntos, noticiários, informações em sites, livros e estudo de caso. A Transfobia fere a dignidade da pessoa humana e a viola os direitos humanos em que se caracteriza em discriminação por sua identidade de gênero, preconceitos, rejeição pela sociedade. Além de sofrerem a transfobia, sofrem também a violência obstétrica, que se pode identificar muito antes no momento do parto e nossa sociedade ignora o fato das pessoas transexuais poderem engravidar, colaborando com a desumanização. A universalização indiscriminada dos direitos humanos apresenta cada indivíduo como sujeito de direitos e proteções, e as pessoas trans são apresentadas como sujeitos dessas garantias, devendo o Estado promover as condições para a efetiva proteção desse grupo.
URI: http://repositorio.aee.edu.br/jspui/handle/aee/20221
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